sábado, outubro 20, 2012

Carrinha com 12 cadáveres roubada na Alemanha

 
 


Uma carrinha contendo 12 caixões funerários e respetivos cadáveres, que se destinavam a ser transportados para um crematório local, foi roubada do parque de estacionamento de uma empresa de transportes na cidade de Hoppegarten, no estado de Brandenburg, na zona leste da Alemanha.
O veículo foi furtado juntamente com outras duas carrinhas que estavam estacionadas no mesmo parque. A zona leste da Alemanha é, habitualmente, o local eleito por perigosas máfias, que se dedicam não só ao roubo de veículos, como também ao tráfico de droga e de pessoas, com destino aos países do leste europeu.
As autoridades policiais suspeitam que os ladrões não se aperceberam do tipo de carga que se encontrava numa das carrinhas quando a furtaram do parque de estacionamento. Só quando chegaram à Polónia é que constataram que transportavam 12 caixões com cadáveres e, de imediato, abandonaram o veículo, na cidade de Poznan, embora tenham dado "sumiço" à carga.
As autoridades estão, neste momento, mais preocupadas em recuperar os cadáveres, na medida em que os familiares aguardam-nos para serem cremados. Nesse sentido, decorrem conversações diplomáticas entre os dois países para que os corpos sejam recuperados.
Foi mesmo sugerido que os ladrões poderiam ser alvo de uma espécie de amnistia caso devolvessem os cadáveres. Contudo, as hipóteses de que tal venha a acontecer são muito reduzidas, pois qualquer pista sobre o roubo poderia servir à polícia para detetar o fio de uma rede de roubos liderados por máfias da região.

Novinhos em folha


quinta-feira, setembro 20, 2012

Get it while you can




In this world, if you read the papers, darling,
You know everybody's fighting with each other.
You got no one you can count on, dear,
Not even your own brother.
So if someone comes along,
He gonna give you love and affection,

I'd say get it while you can, yeah,
Honey, get it while you can, yeah,
Honey, grab it while you can,
Don't you turn your back on love, no, no, no.

When you're loving somebody, baby,
You're taking a gamble against some sorrow.
But who knows, baby,
'Cause we may not be here tomorrow.
And if anybody comes along,
He gonna give you love and affection,

I'd say get it while you can, yeah!
Honey, grab it when you're gonna need it!
Yeah hey, hold it while you can,
Don't you turn your sweet back on love,
No no no, no no no no no!

Ah! Once I had me a man,
But I didn't know enough at the time
To count my blessings, no no,
But I wish he could see me crying today,
'Cause his love don't feel to listen.
And if anybody comes along,
He gonna give me love and affection,
Yeah, hey!, Hey! Yeah! Hey!
[ Lyrics from: http://www.lyricsfreak.com/j/janis+joplin/get+it+while+you+can_10147421.html ]
Get it while you can, yeah!
Honey, get it while you can, yeah!
Honey, get it while you can,
Don't you turn your back on love,
No no no, no no no no.

Get it while you can, yeah!
Honey, grab it while you can, yeah!
I said, hold on to that man, love,
Hold on to that man whole,
Yeah, get it, want it, need it,
Get it, get it, hold it, need it, want it,
Get it, need it, want it, hold it,
Get it, squeeze it, love it, touch it,
Use it, need it, want it, get it,
Need it, want it, hold it,

Yeah hey, get it while you can, baby,
Yeah hey, get it while you can,
Honey, don't you go and turn your sweet back on love,
No, no, no, no, no, no, no, no, no
No, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no
No, no, daddy, you'll be sorry,
No, no, no, no!

Why, thank you! I don't smoke. I just don't sleep, man, that's the trouble. I gotta sleep sometime. There's too much happening, why sleep, man ? I might miss a party.

Ball and Chain! Ball and Chain! Ball and Chain.

Stay short tonight man, shorten it, shorten it, shorten it.

Three, four!

Yeah!!!

Forgive me mother

"Forgive me mother
for what I want to say

I've been working hard
and I wanted just to play

This is what I say
'If there's a God or two or more
or if there's no God at all
who cares about it ?'

The fact is that we are here now
and there's a lot of work to do
so come on, let's go !!"

Madrid revisited - Ruy Belo

"Não sei talvez nestes cinquenta versos eu consiga o meu propósito
dar nessa forma objectiva e até mesmo impessoal em mim
habitual
a externa ordenação desta cidade onde regresso
Chove sobre estas ruas desolada e espessa como esmiuçada chuva
a tua ausência líquida molhada e por gotículas multiplicada
0 céu entristeceu há uma solidão e uma cor cinzentas
nesta cidade há meses capital do sol núcleo da claridade
É outra esta cidade esta cidade é hoje a tua ausência
uma imensa ausência onde as casas divergiram em diversas ruas
agora tão diversas que uma tal diversidade faz
desta minha cidade outra cidade
A tua ausência são de preferência alguns lugares determinados
como correos ou café gijón certos domingos como este
para os demais normais só para nós secretamente rituais
se neutros para os outros neutros mesmo para mim
antes de em ti herdar particular significado
A tua ausência pesa nestes loca sacra um por um
os quais mais importantes que lugares em si
são simples sítios que em função de ti somente conheci
e agora se erguem pedra a pedra como monumento da ausência
Não vejo aqui o núcleo geográfico administrativo de um país
capital de edifícios centro donde emanam decisões
complexo de museus bancos jardins vida profissional turismo
que um dia conheci e não conheço mais
Aqui só há o facto de eu saber que fui feliz
e hoje tanto o sei que sei que sê-lo o não serei jamais
12 esta a capital mas capital não de um certo país
capital do teu rosto e dos teus olhos a nenhuns outros iguais
ou de um país profundo e próprio como tu
Madrid é eu saber pedra por pedra e passo a passo como te perdi
é uma cidade alheia sendo minha
é uma coisa estranha e conhecida
Abro a janela sobre o largo e o teatro onde estivemos
e onde na desdémona que vi te vi a ti
Não é chuva afinal que cai só cai a tua ausência
chuva bem mais real e pluvial que se chovesse
Mais do que esta cidade é só certa cidade que jamais houvesse
numa medida tal que apenas lá profundamente eu fosse
e nela só a minha dor como uma pedra condensada
de pé deitada ou de qualquer forma coubesse
uma cidade alta como as coisas que perdi
e eu logo perdi apenas conheci
pois mais que a ela conheci-te a ti
Foi de uma altura assim que eu caí
superior à própria torre desse hotel
por muitos suicidas escolhida para fim de vida
Não é esta cidade essa cidade onde vivi
onde fui ao cinema e trabalhei e passeei
e na chama do corpo próprio a mim sem compaixão me consumi
Aqui foi a cidade onde eu te conheci
e logo ao conhecer-te mais que nunca te perdi
Deve haver quase um ano mais que ao ver-te vi
que ao ver-te te não vi e te perdi ao ter-te

Mas a esta cidade muitos dão o nome de madrid"

segunda-feira, setembro 17, 2012

NUESTRO ROLLO

PAVLOV


As linhas com que nos vamos cosendo, tanto na política como no amor.
Dois homens ( que também são mulheres e cães) encontram-se na vida e na morte, numa loja abandonada.
Com as suas agulhas, falam da Europa, de uma cidade na China, de Pavolv e de outras referências.

SILÊNCIO EMBARAÇOSO

Amanhece  e o dia traz consigo nada mais que silêncio e palavras nos seus passos, estes errantes que vão e vêm. Um mundo composto por memórias e esquecimentos, onde a vida ainda corre suspensa  num estado algures entre fragmentos e ruínas.
Este exército  de sombras resiste enquanto empurra a linha da frente para falésias duvidosas., onde a loucura da sabedoria e o conhecimento da loucura se entreolham frente a frente.
Humanos e lixo misturam-se e emergem como um só. Um globo terrestre, uma gaiola de pássaro com um pequeno sino, uma sanita, uma botija de gás … todos este pedaços de lixo saem de um contentor e são arrastados por estes indivíduos desadequados, que são praticamente invisíveis.
E o barulho que sai do silêncio atinge os nossos ouvidos. Todos os olhos seguem o movimento destes objectos  com corpo e destes corpos objectos.
Se prestarmos atenção, podemos também ouvir a sua solidão.

Sevilla

sábado, setembro 15, 2012

Supertramp - It's Raining Again

SOLOS Y ACOMPAÑADO​S


¿Cómo hacía Jorge para calcular el tiempo exacto de la sesión, para que terminara justo en el final de un cuento? ¿Cómo hacía para dejarme colgando de una idea toda la semana? A veces esto me parecía maravilloso, yo tenía siete largos días para pensar acerca del relato, darle mi propia interpretación y bucear en la utilidad que yo podría obtener de ese cuento. Otras veces me parecía odiosísimo no poder sacarle el jugo que yo intuía estaba en la historia, pero que yo no conseguía extraer.
También había veces donde me portaba estúpidamente. Saliendo del consultorio trataba todo el tiempo de descubrir qué me había querido decir el gordo con ese relato... La secuencia posterior era inevitable: yo llegaba a la sesión para "chequear" con Jorge mi "adivinación", y el gordo como era de prever... se ponía furioso.
— ¿Qué mierda te importa lo que yo te quise decir? Lo importante es para qué te sirvió a ti, si es que te sirvió. Esto no es una clase en el colegio y yo no soy el que califica si descubriste o no, lo que quería decir tal o cual cosa. ¡Me cacho! Lo que yo quise decir con lo que dije ES lo que dije: si hubiera querido decir otra cosa seguramente lo que hubiera dicho sería esa otra cosa. Cuando haces esto, Demián, el relato sólo te sirve para poner a prueba tu ego, para alimentar tu vanidad.
"Je, yo lo descubrí... Je, yo me di cuenta... Je, yo pude encontrar el mensaje del cuento... Je, yo soy un idiota". Con la historia del vino convertido en agua, me pasaron un montón de cosas. La primera fue darme cuenta, casi con alivio, que mi planteo estaba equivocado. Que en realidad la tarea terapéutica no terminaba en mí, ni en ningún otro paciente.
Para usar palabras, que mucho después le escuché decir al gordo, cada tipo que crece podría ser un repetidor, un pequeño maestro, el desencadenante de una relación en cadena que en sí misma es capaz de cambiar el mundo. Y cuando estaba por ahí, apareció mi segundo darme cuenta: cuántas veces yo y otros como yo, no nos animamos a hacer algo pensando que es inútil, que nada se puede hacer, porque ¿quién notaría la diferencia si yo actuara así? (como en el cuento...)
Si yo actuara así... y quizás, aunque fuera uno más se animaría pensando como yo, a sumarse y a actuar así, o quizás más humildemente podría ser que alguien notara la actitud diferente y registrara, entonces que existe otra posibilidad. Si yo actuara así, distinto que todos los días, diferente de los demás, quizás, con el tiempo, todas las cosas cambiarían. Y me di cuenta, de que esto pasa todos los días:
Que la gente no paga impuestos porque ¿cuál es la diferencia?
Que la gente no es amable porque ¿quién se va a dar cuenta?
Que la gente no es considerada porque nadie quiere ser el único idiota.
Que la gente no se divierte porque es ridículo reírse solo.
Que la gente no empieza a bailar en las fiestas hasta que otros no lo hacen antes.
...Que no somos más estúpidos porque no tenemos tiempo.
Si yo consiguiera ser fiel a mí mismo, fiel de verdad y continuamente, cuánto más amable, cordial, generoso y gentil sería.
De todo esto venía hablando con Jorge en aquella época, y a medida que hablaba y pensaba en esto, aparecía una y otra vez, sin que yo saliera a buscarla, la idea de quedarme solo; solo y señalado por el dedo ridiculizador de los otros... ...o peor aún, sin siquiera ese dedo ridiculizador...
—Hace algunos años –empezó el gordo— escribí un ensayo que empezaba con esta frase:
"El canal de parto y el ataúd, son dos lugares diseñados sólo para un cuerpo..." Y esto, Demi, quiere señalar –para mí—, que nacemos solos y morimos solos. Esta idea, esta (yo creo) terrible idea, es quizás la más dura de las cosas de las que yo mismo me di cuenta en mi propio proceso de crecimiento. Pero también descubrí, por suerte, que existen los compañeros de ruta: compañeros para un ratito, compañeros para un tiempito más largo y también existen los amigos, los amores, los hermanos; compañeros para toda la vida.
—Sabes, gordo, me hace acordar de aquello que leí alguna vez sobre la pareja:
No camines delante de mí porque podría no seguirte, ni camines detrás de mí, podría perderte. No camines debajo de mí porque podría pisarte, ni camines encima de mí porque podría sentir que me pesas. Camina a mi lado, porque somos pares.
—Claro, Demi, es eso mismo. Este darse cuenta de que nadie puede recorrer por ti tu camino, es fundamental. Tanto, como saber que el camino es más nutritivo si se recorre en compañía. Darme cuenta de quién soy y saberme único, diferente y separado del mundo por el límite de mi piel, no necesariamente quiere decir aislado, ni desolado, ni siquiera autosuficiente.
—Entonces, ¿no se puede vivir sin los otros?
—Depende de lo que tú creas que es vivir en cada momento y de quiénes son los otros, en cada momento. Aquel señor había viajado mucho. A lo largo de su vida, había visitado cientos de países reales e imaginarios. Uno de los viajes que más recordaba era su corta visita al País de las Cucharas Largas. Había llegado a la frontera por casualidad: en el camino de Uvilandia a Parais, había un pequeño desvío hacia el mencionado país; y explorador como era, tomó el desvío. El sinuoso camino terminaba en una sola casa enorme. Al acercarse, notó que la mansión parecía dividida en dos pabellones: un ala Oeste y un ala Esta. Estacionó el auto y se acercó a la casa. En la puerta, un cartel anunciaba:
"PAÍS DE LAS CUCHARAS LARGAS"
"ESTE PEQUEÑO PAÍS CONSTA SÓLO DE DOS
HABITACIONES LLAMADAS NEGRA Y BLANCA. PARA
RECORRERLO, DEBE AVANZAR POR EL PASILLO HASTA QUE
ESTE SE DIVIDE Y DOBLAR A LA DERECHA SI QUIERE
VISITAR LA HABITACION NEGRA, O A LA IZQUIERDA SI LO
QUE QUIERE ES VISITAR LA HABITACION BLANCA."
El hombre avanzó por el pasillo y el azar lo hizo doblar primero a la derecha. Un nuevo corredor de unos cincuenta metros terminaba en una puerta enorme. Desde los primeros pasos por el pasillo, empezó a escuchar los "ayes" y quejidos que venían de la habitación negra. Por un momento las exclamaciones de dolor y sufrimiento lo hicieron dudar, pero siguió adelante. Llegó a la puerta, la abrió y entró. Sentados alrededor de una mesa enorme, había cientos de personas. En el centro de la mesa estaban los manjares más exquisitos que cualquiera podría imaginar y aunque todos tenían una cuchara con la cual alcanzaban el plato central... se estaban muriendo de hambre. El motivo era que las cucharas tenían el doble del largo de su brazo y estaban fijadas a sus manos. De ese modo todos podían servirse, pero nadie podía llevarse el alimento a la boca.
La situación era tan desesperante y los gritos tan desgarradores, que el hombre dio media vuelta y salió casi huyendo del salón. Volvió al hall central y tomó el pasillo de la izquierda que iba a la habitación blanca. Un corredor igual al otro terminaba en una puerta similar. La única diferencia era que, en el camino, no había quejidos, ni lamentos. Al llegar a la puerta, el explorador giró el picaporte y entró en el cuarto. Cientos de personas estaban también sentados en una mesa igual a la de la habitación negra. También en el centro había manjares exquisitos. También cada persona tenía una larga cuchara fijada a su mano... Pero nadie se quejaba ni lamentaba. Nadie estaba muriendo de hambre, porque todos... se daban de comer unos a otros.
El hombre sonrió, se dio media vuelta y salió de la habitación blanca. Cuando escuchó el "clic" de la puerta que se cerraba se encontró de pronto y misteriosamente en su propio auto, manejando camino a Paris...

SOLOS Y ACOMPAÑADO​S


¿Cómo hacía Jorge para calcular el tiempo exacto de la sesión, para que terminara justo en el final de un cuento? ¿Cómo hacía para dejarme colgando de una idea toda la semana? A veces esto me parecía maravilloso, yo tenía siete largos días para pensar acerca del relato, darle mi propia interpretación y bucear en la utilidad que yo podría obtener de ese cuento. Otras veces me parecía odiosísimo no poder sacarle el jugo que yo intuía estaba en la historia, pero que yo no conseguía extraer.
También había veces donde me portaba estúpidamente. Saliendo del consultorio trataba todo el tiempo de descubrir qué me había querido decir el gordo con ese relato... La secuencia posterior era inevitable: yo llegaba a la sesión para "chequear" con Jorge mi "adivinación", y el gordo como era de prever... se ponía furioso.
— ¿Qué mierda te importa lo que yo te quise decir? Lo importante es para qué te sirvió a ti, si es que te sirvió. Esto no es una clase en el colegio y yo no soy el que califica si descubriste o no, lo que quería decir tal o cual cosa. ¡Me cacho! Lo que yo quise decir con lo que dije ES lo que dije: si hubiera querido decir otra cosa seguramente lo que hubiera dicho sería esa otra cosa. Cuando haces esto, Demián, el relato sólo te sirve para poner a prueba tu ego, para alimentar tu vanidad.
"Je, yo lo descubrí... Je, yo me di cuenta... Je, yo pude encontrar el mensaje del cuento... Je, yo soy un idiota". Con la historia del vino convertido en agua, me pasaron un montón de cosas. La primera fue darme cuenta, casi con alivio, que mi planteo estaba equivocado. Que en realidad la tarea terapéutica no terminaba en mí, ni en ningún otro paciente.
Para usar palabras, que mucho después le escuché decir al gordo, cada tipo que crece podría ser un repetidor, un pequeño maestro, el desencadenante de una relación en cadena que en sí misma es capaz de cambiar el mundo. Y cuando estaba por ahí, apareció mi segundo darme cuenta: cuántas veces yo y otros como yo, no nos animamos a hacer algo pensando que es inútil, que nada se puede hacer, porque ¿quién notaría la diferencia si yo actuara así? (como en el cuento...)
Si yo actuara así... y quizás, aunque fuera uno más se animaría pensando como yo, a sumarse y a actuar así, o quizás más humildemente podría ser que alguien notara la actitud diferente y registrara, entonces que existe otra posibilidad. Si yo actuara así, distinto que todos los días, diferente de los demás, quizás, con el tiempo, todas las cosas cambiarían. Y me di cuenta, de que esto pasa todos los días:
Que la gente no paga impuestos porque ¿cuál es la diferencia?
Que la gente no es amable porque ¿quién se va a dar cuenta?
Que la gente no es considerada porque nadie quiere ser el único idiota.
Que la gente no se divierte porque es ridículo reírse solo.
Que la gente no empieza a bailar en las fiestas hasta que otros no lo hacen antes.
...Que no somos más estúpidos porque no tenemos tiempo.
Si yo consiguiera ser fiel a mí mismo, fiel de verdad y continuamente, cuánto más amable, cordial, generoso y gentil sería.
De todo esto venía hablando con Jorge en aquella época, y a medida que hablaba y pensaba en esto, aparecía una y otra vez, sin que yo saliera a buscarla, la idea de quedarme solo; solo y señalado por el dedo ridiculizador de los otros... ...o peor aún, sin siquiera ese dedo ridiculizador...
—Hace algunos años –empezó el gordo— escribí un ensayo que empezaba con esta frase:
"El canal de parto y el ataúd, son dos lugares diseñados sólo para un cuerpo..." Y esto, Demi, quiere señalar –para mí—, que nacemos solos y morimos solos. Esta idea, esta (yo creo) terrible idea, es quizás la más dura de las cosas de las que yo mismo me di cuenta en mi propio proceso de crecimiento. Pero también descubrí, por suerte, que existen los compañeros de ruta: compañeros para un ratito, compañeros para un tiempito más largo y también existen los amigos, los amores, los hermanos; compañeros para toda la vida.
—Sabes, gordo, me hace acordar de aquello que leí alguna vez sobre la pareja:
No camines delante de mí porque podría no seguirte, ni camines detrás de mí, podría perderte. No camines debajo de mí porque podría pisarte, ni camines encima de mí porque podría sentir que me pesas. Camina a mi lado, porque somos pares.
—Claro, Demi, es eso mismo. Este darse cuenta de que nadie puede recorrer por ti tu camino, es fundamental. Tanto, como saber que el camino es más nutritivo si se recorre en compañía. Darme cuenta de quién soy y saberme único, diferente y separado del mundo por el límite de mi piel, no necesariamente quiere decir aislado, ni desolado, ni siquiera autosuficiente.
—Entonces, ¿no se puede vivir sin los otros?
—Depende de lo que tú creas que es vivir en cada momento y de quiénes son los otros, en cada momento. Aquel señor había viajado mucho. A lo largo de su vida, había visitado cientos de países reales e imaginarios. Uno de los viajes que más recordaba era su corta visita al País de las Cucharas Largas. Había llegado a la frontera por casualidad: en el camino de Uvilandia a Parais, había un pequeño desvío hacia el mencionado país; y explorador como era, tomó el desvío. El sinuoso camino terminaba en una sola casa enorme. Al acercarse, notó que la mansión parecía dividida en dos pabellones: un ala Oeste y un ala Esta. Estacionó el auto y se acercó a la casa. En la puerta, un cartel anunciaba:
"PAÍS DE LAS CUCHARAS LARGAS"
"ESTE PEQUEÑO PAÍS CONSTA SÓLO DE DOS
HABITACIONES LLAMADAS NEGRA Y BLANCA. PARA
RECORRERLO, DEBE AVANZAR POR EL PASILLO HASTA QUE
ESTE SE DIVIDE Y DOBLAR A LA DERECHA SI QUIERE
VISITAR LA HABITACION NEGRA, O A LA IZQUIERDA SI LO
QUE QUIERE ES VISITAR LA HABITACION BLANCA."
El hombre avanzó por el pasillo y el azar lo hizo doblar primero a la derecha. Un nuevo corredor de unos cincuenta metros terminaba en una puerta enorme. Desde los primeros pasos por el pasillo, empezó a escuchar los "ayes" y quejidos que venían de la habitación negra. Por un momento las exclamaciones de dolor y sufrimiento lo hicieron dudar, pero siguió adelante. Llegó a la puerta, la abrió y entró. Sentados alrededor de una mesa enorme, había cientos de personas. En el centro de la mesa estaban los manjares más exquisitos que cualquiera podría imaginar y aunque todos tenían una cuchara con la cual alcanzaban el plato central... se estaban muriendo de hambre. El motivo era que las cucharas tenían el doble del largo de su brazo y estaban fijadas a sus manos. De ese modo todos podían servirse, pero nadie podía llevarse el alimento a la boca.
La situación era tan desesperante y los gritos tan desgarradores, que el hombre dio media vuelta y salió casi huyendo del salón. Volvió al hall central y tomó el pasillo de la izquierda que iba a la habitación blanca. Un corredor igual al otro terminaba en una puerta similar. La única diferencia era que, en el camino, no había quejidos, ni lamentos. Al llegar a la puerta, el explorador giró el picaporte y entró en el cuarto. Cientos de personas estaban también sentados en una mesa igual a la de la habitación negra. También en el centro había manjares exquisitos. También cada persona tenía una larga cuchara fijada a su mano... Pero nadie se quejaba ni lamentaba. Nadie estaba muriendo de hambre, porque todos... se daban de comer unos a otros.
El hombre sonrió, se dio media vuelta y salió de la habitación blanca. Cuando escuchó el "clic" de la puerta que se cerraba se encontró de pronto y misteriosamente en su propio auto, manejando camino a Paris...

LAS RANITAS EN LA CREMA

Yo estaba en época de exámenes. Había rendido dos finales y un parcial.
Tenía fecha para   mi siguiente examen en una semana y la materia era muy larga.
—No voy a llegar –le dije a Jorge
—. Es inútil seguir poniendo energía en una causa perdida.   Creo   que   lo   mejor   es   presentarme   con   lo   que      hasta   ahora;   así,   por   lo   menos   si   me   bochan   no   habré desperdiciado esta semana estudiando.
— ¿Conoces el cuento de las dos manitas? –preguntó el gordo.
Había una vez dos ranas que cayeron en un recipiente de crema. Inmediatamente sintieron que se hundían; era imposible nadar o flotar mucho tiempo en esa masa espesa como arenas movedizas. Al principio, las dos patalearon en la crema para llegar al borde del recipiente pero era inútil, sólo conseguían chapotear en el mismo lugar y hundirse. Sintieron que cada vez era más difícil salir a la superficie a respirar. Una de ellas dijo en voz alta:
—No   puedo   más.   Es   imposible   salir   de   aquí,   esta   materia  no   es   para   nadar.   Ya   que   voy   a   morir,   no   veo   para   qué prolongar este dolor. No entiendo qué sentido tiene morir agotada por un esfuerzo estéril. Y dicho esto, dejó de patalear y se hundió con rapidez siendo literalmente tragada por el espeso líquido blanco.
La otra rana, más persistente o quizás más tozuda, se dijo:
— ¡No hay caso! Nada se puede hacer para avanzar en esta cosa. Sin embargo ya que la muerte me llega, prefiero luchar hasta mi último aliento. No quisiera morir un segundo antes de que llegue mi hora. Y siguió pataleando y chapoteando siempre en el mismo lugar, sin avanzar un centímetro. ¡Horas y horas!
Y de pronto... de tanto patalear y agitar, agitar y patalear... La crema, se transformó en manteca. La rana sorprendida dio un salto y patinando llegó hasta el borde del pote. Desde allí, sólo le quedaba ir croando alegremente de regreso a casa.
 
E assim, com a força interior que ainda sinto, vou a nadar até se tornar manteiga!

Protesta

Pecar con el silencio cuando se debe protestar
convierte a los hombres en cobardes.

La humanidad ha avanzado cuando a protestado.
En cuanto se ha alzado la voz en contra de la injusticia
ignorancia y lujuria, la inquisición ha servido a la ley
y las guillotinas han decidido al menos nuestras disputas.

Los pocos que se atreven, deben hablar y hablar nuevamente
para corregir las equivocaciones de los demás.
No existe ningún poder, gracias a Dios, en este gran día y en esta tierra
que pueda burlarse o estrangular nuestro mensaje.

Los medios y nuestra voz puede gritar bien alto
desaprobando los males existentes;

Se puede criticar la opresión y condenar
la falta de rigor en las leyes de protección de la riqueza
que permiten que los niños y sus cuidadores tengan que trabajar muy duro
para adquirir la tranquilidad de los vagos millonarios.

Por tanto yo no protesto contra el alarde
de independencia en esta tierra imponente.

No llamaré fuerte a ninguna cadena que tenga un eslabón oxidado.
No llamaré libre a ninguna tierra que tenga un esclavo encadenado.

Hasta que las finas muñecas esposadas de los bebés
queden libres para jugar y ser felices.

Hasta que las madres no tengan que aguantar ninguna carga
y salven lo precioso dentro de su corazón.

Hasta que el reino de Dios sea rescatado de las garras de la codicia
y vuelva a ser trabajado
no dejaré a ningún hombre llamar a esta la tierra de la libertad.



Ella Wheeler Wilcox

segunda-feira, agosto 27, 2012

Sapatos revelam a personalidade das pessoas

 
Um estudo americano concluiu que os nossos sapatos podem revelar traços da nossa personalidade ou do nosso humor. E mais: as pessoas captam esses sinais.
Durante a pesquisa, realizada pela Universidade do Kansas, voluntários cederam fotos de seus ténis e sapatos e completaram alguns questionários sobre si mesmos. Na sequência, outro grupo teve de julgar como eram os donos dos calçados (idade, género, salário, e outras características pessoais). E eles acertaram em bastantes coisas. Segundo a pesquisa, 90% das nossas características pessoais podem ser determinadas por uma simples análise do estilo, preço, cor e condição do sapato.
Por exemplo, segundo o estudo, pessoas extrovertidas preferem sapatos mais chamativos. Sapatos caros indicam que o salário é alto. Usar botas é sinal de agressividade. Ah, e tem mais, usar sapatos confortáveis mostram que você é uma pessoa calma. Já o salto alto indica nervosismo.
E sapatos sem graça, preto sem nada? Bom, dizem que os donos são mais frios, reservados, têm dificuldade em relacionar-se com outras pessoas. Os participantes que usavam esse tipo de sapato mal souberam detalhar alguns traços da própria personalidade.
 
 

Paul Verhoeven: The Real Jesus of Nazareth


"O argumento ainda não está pronto, mas o realizador holandês Paul Verhoeven prepara-se para realizarr um filme que contará uma história bem polémica sobre Jesus Cristo. Verhoeven levará aos ecrans de cinema uma história contada no livro que escreveu e publicou em 2010. Nela, Jesus foi concebido num estupro sofrido por Maria. O pai é um soldado romano.
No livro “biográfico”, o realizador de “Instinto Fatal” e “Robocop” também afirma que Judas Iscariotes não traiu Jesus, como conta a Bíblia.
Os cristãos, obviamente, não se calaram mundo afora e acusaram Verhoeven de uma campanha contra o cristianismo, de acordo com reportagem do “Daily Mail”.
“Isto não é acidental. Durante décadas os cristãos e a fé cristã têm sido alvos da hedonista Hollywood, que está desesperada para racionalizar a cultura da imoralidade”, disse Dan Gainor, do Culture and Media Institute.
Verhoeven, entretanto, garantiu respeitar o que Jesus representa: ”Se você olha o homem, está claro que é uma pessoa completamente inovadora no campo da ética”.
Mesmo antes de ser produzido, o filme já tem lugar certo na lista de obras sobre Jesus que desagradam aos cristãos: “A vida de Brian” (Monty Python, 1979), “A última tentação de Cristo” (Martin Scorsese, em 1988), “Paixão de Cristo” (Mel Gibson, em 2004)…"
 
 
 



"Jesus poderia ter sido o produto de sua mãe ser estuprada por um soldado romano, que disse Verhoeven era comum na época, e que Jesus foi um profeta radical que realizou exorcismos e estava convencido de que iria encontrar o reino do Céu na Terra, e não sabia que ele seria condenado a morrer na cruz por Pôncio Pilatos. "

"Se você olhar para o homem, é claro que você tem uma pessoa que estava completamente inovador no campo da ética. Minha própria paixão por Jesus veio quando eu comecei a perceber isso. Não se trata de milagres, é sobre um novo conjunto de ética, uma abertura para o mundo, o que era um anátema em um mundo romano-dominado. Eu acredito que ele foi crucificado porque sentiram que, politicamente, ele era uma pessoa perigosa, cuja seguinte foi ficando maior e maior. Ideais de Jesus são sobre a utopia do comportamento humano, sobre como devemos tratar uns aos outros, como devemos entrar na pele de nosso inimigo. "

Com base no trabalho de estudiosos bíblico-Rudolph Bultmann, Raymond Brown, Jane Schaberg, e Robert Funk, entre outros, Paul Verhoeven cineasta Despe-se o mítico Jesus para revelar um homem que tem muito em comum com outros grandes líderes políticos de toda a história de seres humanos que acreditava que a mudança estava chegando em suas vidas. Foi-se o Jesus dos milagres, foi o filho de Deus, foi o tecelão de parábolas misteriosas cujos significados são obscuros. Em seu lugar Verhoeven nos dá a sua visão de Jesus como um homem completo, alguém que foi alterada por eventos, o líder de um movimento político, e, talvez mais importante, alguém que, em seus discursos e declarações, introduziu uma nova ética em que o abraço de contradições humanas transcende a mecânica do valor e mérito que havia definido o mundo material antes de Jesus. "Os romanos viu [Jesus] como um rebelde, o que hoje é muitas vezes chamado de terrorista. É muito provável que havia 'Wanted' posters dele sobre os portões de Jerusalém. Ele era perigoso, porque ele estava proclamando o Reino dos Céus, mas este não era o Reino dos Céus como pensamos agora, alguma coisa espectral no futuro, até no céu. Para Jesus, o Reino do Céu era uma coisa muito tangível. Algo que já estava presente na Terra, no mesma forma que Che Guevara proclamou o marxismo como o advento da mudança do mundo. Se você fosse governantes totalitários, correndo uma ocupação como os romanos, este foi falar preocupante, e que foi por isso que Jesus foi morto. " -Paul Verhoeven, de perfil por Mark Jacobson, em New York Magazine

Empresa cria dispositivo para disfarçar efeitos da flatulência


 
Já tentou tudo e não encontrou remédio que detivesse a flatulência, a solução pode ser o Flat-D. A Colonial Medical Assisted Devices desenvolveu uma espécie de adesivo desodorizante para ser preso à roupa íntima. Por fora!
A engenhoca, que promete evitar constrangimentos em locais públicos, possui carvão vegetal ativo a fim de disfarçar o mau odor da inevitável flatulência. O filtro custa a partir de 13.95 dólares (cerca de 11€) na versão mais barata e com desconto. A versão “premium” ronda os 21.95 dólares (17.35€). A gama de produtos estende-se ainda a uma proteção para colocar na cadeira ou uma espécie de saco cama para usar precisamente na cama.
Atenção: o Falt-D não tem isolamento acústico!
 
 
 

AMIZADE

"Tu tens de encontrar em ti um qualquer mecanismo que te permita superar, sem copos, sem substâncias, um qualquer sentido para a vida.
Não vais ser feliz porque ninguém é; não ver ser a mulher realizada do mundo porque nenhuma o é; não vais encontrar um grande amor, porque os grandes amores são fugazes e, passado algum tempo, já não são grandes amores.
Tu ten sde aprender a conviver com a tua insatisfação permanente, torná-la parte de ti, integrá-la na tua existência, como se fosse uma filha rebelde que faz parte de ti, te causa sofrimento,  mas  é tua filha e, portanto, não a podes mandar.
 embora.
Tu viveste, sabe-lo bem, felicidades falsas e efémeras, andaste (quero acreditar que o verbo no passado se pode usar com propriedade) por paraísos artificiais e agora experimentas uma dupla solidão e o reencontro de ti contigo não é fácil nem seria esperável que o fosse.
Estás sozinha, muitos dos teus amigos e abandonaram ou, pelo menos, é assim que te sentes.
Tu própria  utilizas uma metáfora tão bonita:  "Tenho algumas pedras , mas não consigo recomeçar a contruir o castelo!". Pega  numa única pedra, só numa, e coloca-o num ponto qualquer, sem deixares que ela caia e, depois, dessa pequena vitória, pega noutra."

ELEFANTE PEQUENO


Se perdemos o sentido da vida, ao longo de vários anos, o pensamento martela incessantemente: Sinto que a vida vale a pena?

A falta de sentido da vida força-nos a criar o seu próprio significado.

As crianças, começam a vida com um sentido de vida de admiração imaculada, uma capacidade de experimentar a alegria total de algo tão simples como o verde de uma folha, mas à medida que envelhecem, a consciência da morte e da decadência começa a invadi-las e a corroer subtilmente o seu idealismo.

E, como a criança amadurece, ela sente a dor em todos os lugares e começa a perder a fé na bondade suprema do Homem. Se for razoavelmente forte (e com sorte), ela pode emergir deste crepúsculo da alma, num renascimento do élan da vida.

Por causa e apesar da sua consciência da falta de sentido da vida, essa criança pode forjar um novo propósito de afirmação. Apesar de não puder recuperar o mesmo sentido puro de admirar, mas pode moldar algo mais duradouro e sustentável.

O facto mais terrível sobre o universo, não é o facto de ser hostil, mas sim indiferente. Mas, se pudermos entrar em acordo com essa indiferença e aceitar os desafios da vida, pode ser que consigamos capaz de tornar a nossa existência como uma espécie, que pode ter significado genuíno e nos faça sentir realizados.

No entanto é uma vasta escuridão, precisamos abastecer a nossa própria luz.

 
EL ELEFANTE ENCADENADO

 — No puedo –le dije— ¡NO PUEDO!
— ¿Seguro? –me preguntó el gordo.
— Sí, nada me gustaría más que poder sentarme frente a ella y decirle lo que siento... pero sé que no puedo.
El gordo se sentó a lo Buda en esos horribles sillones azules de consultorio, se sonrió, me miró a los ojos y bajando la voz (cosa que hacía cada vez que quería ser escuchado atentamente), me dijo:
— ¿Me permites que te cuente algo?
Y mi silencio fue suficiente respuesta.
 Jorge empezó a contar:
Cuando yo era chico me encantaban los circos, y lo que más me gustaba de los circos eran los animales. También a mí como a otros, después me enteré, me llamaba la atención el elefante.
Durante   la   función,   la   enorme   bestia   hacía   despliegue   de   peso,   tamaño   y   fuerza   descomunal...   pero   después   de   su actuación   y   hasta   un   rato   antes   de   volver   al   escenario,   el   elefante   quedaba   sujeto   solamente   por   una   cadena   que aprisionaba una de sus patas a una pequeña estaca clavada en el suelo.
Sin embargo, la estaca era sólo un minúsculo pedazo de madera apenas enterrado unos centímetros en la tierra. Y aunque la   cadena era gruesa   y poderosa   me   parecía   obvio   que   ese  animal   capaz   de   arrancar un árbol de   cuajo   con   su propia fuerza, podría, con facilidad, arrancar la estaca y huir.
El misterio es evidente: ¿Qué lo mantiene entonces? ¿Por qué no huye? Cuando tenía cinco o seis años, yo todavía confiaba en la sabiduría de los grandes. Pregunté entonces a algún maestro, a algún padre, o a alguna tía por el misterio del elefante. Alguno de ellos me explicó que el elefante no se escapaba porque estaba amaestrado.
— Hice entonces la pregunta obvia:
— Si está amaestrado ¿por qué lo encadenan?
No recuerdo haber recibido ninguna respuesta coherente. Con el tiempo me olvidé del misterio del elefante y la  estaca... y sólo lo recordaba cuando me encontraba con otros que también se habían hecho la misma pregunta.
Hace algunos años descubrí que por suerte para mí  alguien había sido lo bastante sabio como para encontrar la respuesta:
El elefante del circo no escapa porque ha estado atado a una estaca parecida desde que era muy, muy pequeño.
Cerré   los   ojos   y   me   imaginé   al   pequeño recién   nacido   sujeto   a   la   estaca.   Estoy   seguro   de   que   en   aquel   momento   el elefantito empujó, tiró y sudó tratando de soltarse. Y a pesar de todo su esfuerzo no pudo. La estaca era ciertamente muy fuerte para él. Juraría que se durmió agotado y que al día siguiente volvió a probar, y también al otro y al que le seguía...
Hasta que un día, un terrible día para su historia, el  animal aceptó su impotencia y se resignó a su destino.
Este   elefante   enorme   y   poderoso,   que   vemos   en   el   circo,   no   escapa   porque   cree   –pobre—   que   NO   PUEDE.   Él   tiene registro y recuerdo de su impotencia, de aquella impotencia que sintió poco después de nacer. Y lo peor es que jamás se ha vuelto a cuestionar seriamente ese registro.
Jamás... jamás... intentó poner a prueba su fuerza otra vez...
—Y así es, Demián. Todos somos un poco como ese elefante del circo: vamos por el mundo atados a cientos de estacas que nos restan libertad. Vivimos creyendo que un montón de cosas “no podemos” simplemente porque alguna vez, antes, cuando éramos chiquitos, alguna vez, probamos y no pudimos. Hicimos, entonces, lo del elefante: grabamos en nuestro recuerdo:

 NO PUEDO... NO PUEDO Y NUNCA PODRÉ

 Não sofri o que este elefante sofreu, mas a certa altura, apercebi-me que estava como ele.

vida

"Para quê levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos."
Bob Marley
 
 

Nigeriano é ‘violado’ até à morte pelas seis esposas ciumentas


 
A boa saúde financeira fez um homem de Ugbugbu Owukpa (na Nigéria) casar-se com seis jovens mulheres da região. Mas o reinado do garanhão nigeriano acabou de forma trágica.
De acordo com o “Nigeria Daily News“, Uroko Onoja foi dormir no quarto da esposa mais jovem, depois de voltar de uma festa, de madrugada. Só que as outras mulheres dele apareceram no aposento e exigiram que Uroko fizesse sexo com todas as seis ao mesmo tempo.
Quando estava saciando a quinta esposa, Uroko teve uma paragem respiratória. “De repente, o meu marido deixou de respirar. Todas elas foram embora, a rir. Mas quando viram que eu não conseguia ressuscitá-lo, todas elas fugiram dali”, contou a esposa mais jovem.
Duas das cinco mulheres que “violaram” Uroko foram presas. As outras estão desaparecidas.
 
 
 

Vereador brasileiro quer proibir mulheres de casarem sem cuequinhas!

Um vereador da cidade de Vila Velha, Espírito Santo (no Brasil), provavelmente baseado numa história que já por aqui falámos em Julho (Padre recusa-se a celebrar casamento de noiva sem lingerie), resolveu criar uma lei que proíbe casar sem lingerie, mais concretamente sem cuequinhas. Ozias Zizi do partido PRBquer proibir que “mulheres sem cuequinhas” se casem em cerimónias religiosas nas igrejas do município de Vila Velha. Os decotes das noivas também serão proibidos e só vão poder atingir até o meio das costas. O vereador justifica que, como agente público, precisa intervir para evitar que esses modismos tomem conta das cerimónias realizadas em igrejas católicas e evangélicas do município. “O casamento não se resume a usar ou não a peça íntima. Mas a igreja, independente do credo religioso, é um local sagrado. Se a pessoa acha que ele pode casar de qualquer jeito que o faça numa praia ou num retiro”, justificou. O vereador Zizi é conhecido por propor projetos polémicos já quis acabar com o salário dos vereadores sugerindo que ser vereador fosse um ato voluntário.

“Manual de bom comportamento” alemão proíbe minissaia e sexo em cemitérios

 
Não é raro ver pessoas a apanhar banhos de sol em cemitérios de Munique (na Alemanha). Mas, após uma série de reclamações, a autarquia resolveu fazer um manual de regras sobre o que é permitido e o que é proibido nos cemitérios da cidade.
Proibido: sexo, nudez, festas e uso de minissaia
Permitido: banhos de sol (mas sem o uso de biquíni ou calções de banho), meditação e exercícios leves
“Parece que muitas pessoas não sabem que estão num cemitério e não num parque”, disse Kriemhild Poellath-Schwarz, autoridade responsável pelos cemitérios, segundo o “Austrian Times”.
 
 
 

Para não perder o avião casal abandona bebé no aeroporto


Um casal polaco, que se preparava para viajar, de férias, para a Grécia abandonou a filha de 2 anos no aeroporto da cidade de Katowice (Polonia) . Motivo? O passaporte da menina havia caducado o que os impediria de viajar. Mas, isso só se aplicava à menina, pois o casal decidiu deixar a filha, de 2 anos, no balcão de informaçõese seguir viagem.
Uma câmara de segurança registou o momento em que o casal abandonou a criança no balcão de informações. De seguida a pequena desatou a chorar desalmadamente até que a sua avó apareceu no aeroporto para a ir buscar.
O casal já foi notificado pelas autoridades e arrisca-se a uma pena de prisão de 5 anos.

restaurante chinês

Um restaurante temático chinês oferece sanitas como cadeiras e em forma de pratos, e por isso tem-se tornado popular em Xangai.
O intuito do dono do estabelecimento é atrair a classe média da China, utilizando a criatividade e acessórios inusitados que lembre um ambiente de uma casa de banho.
Objetos em forma de fezes também fazem parte da decoração, eles ficam nos lavatórios. Os clientes estão a gostar da novidade no país.
 
 
 
 

 

sexta-feira, agosto 17, 2012

Violência termina casamento gay

O casal gay que posou para os fotógrafos, vestidos de noiva e noivo, na escadaria da Sé de Lisboa, está à beira da ruptura. Manuel Fonseca alega ter sido vítima de violência doméstica da parte do marido, Fernando. O travesti, de 56 anos, também conhecido por ‘Miss Ágata' ou ‘Tuxa', apresentou queixa na PSP, acusando o marido de agressões a pontapé e de lhe ter rasgado uma orelha, para além de destruir parte do mobiliário da casa. ‘Tuxa' diz que o marido abandonou a casa em Janeiro deste ano. Um mês antes o casal desentendera-se, depois de Manuel descobrir que Fernando o traía com uma mulher, colega num restaurante da capital onde trabalha. "Após sair de casa, voltou aqui várias vezes apenas com o intuito de me bater e ofender", acusa Manuel. A relação chegou, então, ao fim e o casal deve começar, em breve, a tratar do divórcio. O casal trocou alianças a 7 de Julho de 2010. A 26 de Dezembro desse ano foram notícia por posarem, vestidos de noiva (Manuel) e noivo (Fernando) na escadaria da Sé de Lisboa, acompanhados de amigos e familiares. O Correio da Manhã tentou contactar Fernando Fonseca, mas sem sucesso. Desde que entro u em vigor a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, 600 casais portugueses já se casaram, sendo que, destes, 25 fizeram-no no estrangeiro. PRIMEIRA UNIÃO HOMOSSEXUAL Sem vestido a rigor, véu e grinalda, Helena Paixão e Teresa Pires foram o primeiro casal homossexual a contrair matrimónio em Portugal, no dia 7 de Junho de 2010. A cerimónia decorreu com grande cobertura mediática na 7ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa. Teresa Pires e Helena Paixão viviam então juntas há oito anos com as duas filhas, de uniões anteriores, heterossexuais. Em Fevereiro de 2006, deram entrada com um processo de casamento na 7ª Conservatória de Lisboa, mas viram o mesmo recusado, primeiro pelo conservador e depois pelos tribunais. Ainda assim, não desistiram e assim que a lei entregou em vigor, no dia 31 de Maio de 2010, deram o passo que faltava para oficializar a relação.


Morreu a cantora Chavela Vargas

A cantora Chavela Vargas morreu este domingo noticia o El País. Nascida na Costa Rica a 17 de Abril de 1919, ficou associada, entre outros géneros, à tradição da canção ranchera do México, país para o qual se mudou aos 15 anos e onde travou amizade com a pintora Frida Kahlo. Chavela Vargas, de seu verdadeiro nome Isabel Vargas Lizano, ficou mundialmente conhecida pela sua voz tendo tido particular sucesso nos anos 50. Na década de 90, já com 80 anos e depois de uma fase de decadência artística, viria a estar novamente na primeira linha da música e cultura de expressão espanhola através dos filmes de Pedro Almodóvar. A cantora tinha 93 anos.

António Zambujo - "Flagrante"