sexta-feira, janeiro 17, 2014

Episódios em hoteis





Jovens que bombardeiam a piscina do hotel com laranjas, hóspedes que simulam estar mortos ou turistas que perguntam se Almada é Marrocos – tudo pode acontecer. Governantas, camareiras e concierges contam como nos seus hotéis já houve casamentos encenados, roubos de arte e pedidos surreais, alguns de figuras públicas. Mas a típica hospitalidade portuguesa tem sempre resposta.

Era ainda de manhã cedo quando a hóspede brasileira entrou num dos hotéis mais luxuosos de Lisboa. Com ela, quatro grandes malas e um pedido pouco comum. Queria que alguém as despejasse e arrumasse o seu conteúdo no armário do quarto. “Na hotelaria de antigamente era normal fazer-se isto, só que cada vez mais os clientes não gostam que lhes mexam na roupa. Mas se algum pedir, fazemos”, recorda a governanta que assegurou o serviço. “Era tanta roupa e o calçado, que havia sapatos sem par”, conta.

Mas não desistiu da tarefa. Nem quando o companheiro da senhora entrou no quarto, se enfiou na cama e se despiu. “E eu ali a pôr a roupa no roupeiro. Perguntei se queriam que voltasse mais tarde, mas ele disse para continuar. Só pensava: ‘Espero que não se esqueçam que estou aqui’”, descreve, temendo outros desenvolvimentos. Só saiu depois de pendurar tudo. Apesar de algum constrangimento, nos dias seguintes, sempre que esta hóspede queria, ia ordenar-lhe as fatiotas.

“Tentamos sempre dar o melhor”, resume esta profissional, que prefere não ser identificada. Para garantir que voltam, mais do que vender camas, a ambição máxima de um hotel é fazer com que os seus clientes se sintam em casa. Por isso, não há mãos a medir para satisfazer os seus desejos. Mesmo os mais estranhos.

“Um cliente pediu-nos uma escova de dentes de certa marca. Fomos comprar e, quando lha demos, disse que não era aquela cor que queria. Fomos comprar outra”, exemplifica Andreia Costa, governanta-executiva do Pestana Palace, hotel de luxo em Lisboa. Há pouco tempo, também teve um hóspede a suplicar-lhe que lhe cosesse umas calças em dez minutos. E um cliente russo queria que lhe passassem a ferro a camisa que ia usar no seu casamento, mas só se lembrou disso 15 minutos antes de a cerimónia começar.

“Já tive hóspedes a querer ir de avião de Lisboa a Paris ou Madrid só para fazer compras e voltar”, prossegue o concierge desta unidade de cinco estrelas. Organizar passeios turísticos, marcar restaurantes ou comprar bilhetes para eventos são solicitações que os hóspedes fazem com frequência, enumera Pedro Cotrim, cuja função é “responder a todos os pedidos do cliente, possíveis ou impossíveis”, desde que legais, ressalva. Até porque “é raro”, mas já lhe perguntaram se arranjaria drogas ou prostitutas.

Habituado a receber figuras públicas (ver páginas seguintes), parte do trabalho deste concierge – considerado um dos melhores do mundo, através da distinção Clef D’Or, e que faz questão de tratar os hóspedes pelo nome – passa por reunir informação sobre cada cliente, antes mesmo de este pôr o pé no hotel. Só assim é possível assegurar que quando o Sr. X chega à mesa já tem à sua espera o sumo de laranja natural que gosta de beber ao pequeno-almoço e os ovos preparados da sua maneira favorita.
“Muitos hóspedes telefonam-nos a perguntar se podemos mandar os nossos pastéis de nata em caixinhas para os seus países”, acrescenta Ana Caetano, relações públicas do hotel Marriott

Viver, casar, morrer num hotel

Mimados ao máximo, os hóspedes podem até ficar a viver. Hoje, a maior unidade da capital, com 564 quartos, recebe maioritariamente homens de negócios. Mas nos anos 80, quando ainda era Penta, havia “mais de 20 hóspedes que residiam no hotel”, sobretudo idosos. “Vendiam os seus bens e vinham viver aqui por opção de vida. Até era uma forma de não se sentirem sós. E era muito mais interessante visitar uma avó que vivesse num hotel, com mais de 500 quartos e piscina”. Aos residentes era permitido decorar o quarto a seu gosto, com objectos pessoais. E acomodar os seus animais de estimação.

Ao contrário de grande parte dos alojamentos, o Marriott aceita bichos. Por isso é habitual receber cães e gatos. Mas também já ali se instalaram iguanas ou araras. Durante anos o próprio hotel teve uma mascote: um gato preto chamado Penta. “Era o único hotel em Lisboa que tinha um gato”, garante Ana Caetano, que trabalha nesta unidade há 22 anos.
Já o Pestana Palace está vedado a este tipo de ocupantes. Mas há excepções. A um casal que fica muitas vezes no hotel é autorizada a permanência do cão: é o animal que avisa a esposa das horas de tomar a medicação.
Mais ou menos ternas, é deste tipo de realidades que se faz o dia-a-dia de um hotel. Mas também há histórias de casamentos, discussões conjugais, funerais, roubos, episódios insólitos. Muitos.
Neste capítulo, Ana Caetano lembra-se bem de “um grupo de jovens cuja diversão foi passar a noite a atirar laranjas para a piscina”. Ou quando uns turistas espanhóis, retidos em Lisboa devido a uma greve geral, “escreveram a preto ‘Estamos convosco’ em vários lençóis, que depois estenderam nas respectivas varandas dos quartos”. O acto de solidariedade foi bonito, mas os clientes tiveram de pagar o estrago na roupa de cama.

Noutra ocasião, uma das camareiras não ganhou para o susto quando, depois de muitos telefonemas sem resposta para avisar duas hóspedes que estava na hora de fazerem o check out, decidiu ir ver o que se passava. “Eram duas camas individuais e estavam duas pessoas deitadas, sem se mexer. Chamavam-nas e nada. Até que a empregada se aproxima. Percebe que as duas raparigas que tinham ocupado o quarto, e que tinham vindo para participar num congresso de cabeleireiros, tinham feito uma brincadeira. Tinham deixado duas cabeças falsas com perucas de cabelo natural a simular pessoas para assustar”.

“Já tratei de um funeral e já casei duas pessoas aqui”, narra Pedro Cotrim, do Pestana. Ao altar levou um casal de noruegueses na casa dos 50 anos. Gostaram tanto de Lisboa que quiseram dar o nó numa igreja da cidade. “Ainda propus fazer um casamento simbólico, mas eles quiseram casar ‘à séria’. Tratámos de tudo junto da embaixada, eles mandaram vir os padrinhos e casaram na Igreja do Loreto”.
Na Quinta da Marinha, aconteceu o inverso. Encenou-se um casamento. Um casal queria que o staff do Onyria Marinha preparasse todo o evento. “Avisámos que teriam de ser os próprios a tratar da papelada em Londres, onde viviam, pois este acto oficial obriga a documentos e permissões legais. Mas disseram que só queriam uma pessoa que celebrasse o casamento de forma a parecer real”. Luís Ferreira, um dos directores, tremeu: não poderia ignorar a lei e cooperar numa mentira. “O bom da história é que os clientes tinham-se esquecido de dizer que já estavam casados pelo civil em Inglaterra e tinham os documentos oficiais. Mas tinham casado sozinhos e agora queriam reunir famílias e amigos para celebrar. Contratámos um actor e escolhemos o texto de casamento na internet. O actor casou-os simbolicamente, dando a bênção à união. Até houve lágrimas”.
Casar em hotéis é uma tendência crescente. Por isso, nestes acontecimentos há sempre episódios para mais tarde recordar. Se existir piscina, é frequente que alguns convidados acabem a festejar na água. Às vezes, sem roupa. “Há hóspedes que acham graça, outros não, até pelo barulho”, admite o concierge do Palace.

Menos graça tem também a organização de funerais de turistas estrangeiros. Não só por causa de toda a parte burocrática, que muitas vezes cabe aos funcionários do hotel tratar junto das embaixadas. Mas também por terem de apoiar os acompanhantes. Uma vez, no Marriott, foi preciso confortar uma hóspede que vinha a Lisboa festejar o aniversário de casamento, mas o marido falecera no voo.

Roubos com final feliz

Em matéria de factos desagradáveis estão também os roubos. Tudo o que tenha o logótipo do hotel, como colheres ou cinzeiros, e que possa servir de recordação, tem potencial para surripianço, embora isso até seja visto com normalidade pelos hoteleiros. Deixam passar. Toalhas, roupões ou as peças de decoração da casa de banho também são frequentemente ‘desviados’. E aí há hotéis que gentilmente pedem ao hóspede que os pague ou devolva.

Quando se trata de arte, o cenário é diferente. No Palace, que ocupa um palácio do século XIX com decoração de inspiração francesa, já desapareceram várias peças. “Numa das salas cortaram a tela de um quadro grande e ficou só a moldura pendurada, mas não era muito valioso”, lembra a governanta-executiva. “Houve também um cliente que levou os quadros que indicam a casa de banho dos homens e as das senhoras, ao pé do restaurante. Mas depois conseguimos identificá-lo, ele disse que tinha bebido um pouco demais e que os tinha levado por lhes achar graça. Devolveu-os, mas completamente partidos”. Depois de um casamento bem regado, um dos convidados levou quadros e parte de um computador. “Demos pela falta, mas acabou por ser o próprio a telefonar para dizer que tinha os artigos e desculpar-se”, expõe por sua vez Pedro Cotrim.

Muitas vezes, quando percebem que não têm razão ou que se excederam, os hóspedes admitem e pedem desculpa aos funcionários. Em situações mais extremas, chama-se a?segurança. Por exemplo, há quem se insinue junto das camareiras, com propostas sexuais. “Há clientes bastante desinibidos que acham que tudo é normal”, nota Andreia, explicando que há treino para lidar com estas investidas. Antes de entrarem num quarto, batem várias vezes à porta. Se um cliente aparece apenas de toalha, dizem que voltarão em altura mais oportuna. Arruma-se o quarto de porta aberta.

Para onde foi a água da piscina?
N
o oposto, podem ser os clientes a contribuir para o bom funcionamento de um hotel. Na Pousada do Crato, numa tarde de Junho com quase 40ºC, conta um dos responsáveis, foi um casal de alemães que avisou que a piscina estava a ficar vazia. “Quando fui explicar-lhes que tinha rebentado um tubo, disseram que a água desaparecera em dez minutos e que nunca tinham visto nada assim. Mas foram bastante compreensivos. O marido, um típico cidadão germânico, até brincou: ‘Não fomos nós que desaparecemos com a água. Preferimos cerveja’”.

No Pestana D. João II, no Algarve, um irlandês ligou do seu quarto para a recepção, pedindo para chamar o director. Tinha-lhe sido atribuído um quarto com vista para o jardim. Mas algo não batia certo. “Perguntou-me se eu tinha a certeza que o quarto dele tinha vista jardim”, conta Miguel Metello, responsável pela unidade na altura. “Disse-lhe que sim e perguntei se estava tudo bem. Aconselhou-me vivamente a ir ver o jardim, pois estavam muitos carros estacionados e andava lá um táxi de trás para a frente”. Afinal, a vista era para o parque de estacionamento, mas Miguel Metello não se ‘desmanchou’. “Instalei-o num quarto melhor, e ficámos amigos. Sempre que voltava ao hotel, perguntava-me se já tinha proibido a circulação de carros no meu jardim”.

No Marriott, recentemente, os funcionários tiveram de ir acudir a um hóspede que se queixava que o aparelho onde pretendia fazer chá não funcionava bem. Perceberam que o senhor achara que o cofre era um microondas.
“Este tipo de confusões tem a ver com experiências de vida e culturas diferentes. E nem todas as pessoas que ficam nos hotéis têm de ser muito viajadas. Podem estar a fazer a sua primeira viagem”, frisa Ana Caetano, sublinhando que na hotelaria se deve ter em conta e aceitar sem estranhar as diferenças culturais, religiosas, etárias, sociais. “Somos afáveis por natureza, mas podermos cometer erros por ignorância”, continua, referindo-se à arte de bem receber em Portugal.

Em vários inquéritos a estrangeiros, a hospitalidade dos portugueses surge como segundo melhor argumento do país, apenas atrás das praias. “Conseguimos cativar as pessoas e somos bons a prestar o serviço. Se há um pedido mais estranho, tentamos sempre dar a volta por algum lado para conseguir e isso faz a diferença”, realça Andreia Costa.
A mesma opinião tem Helena Cipriano, guia turística. “Temos facilidade em criar empatia e daí vem a paciência. Estou nesta actividade há sete anos e nunca vi um profissional perder a paciência com um cliente”. E adverte que além das diferenças culturais, pode haver também outras nuances, como as linguísticas. Para os brasileiros, por exemplo, a palavra ‘rapariga’ tem conotação negativa. Preferem chamar ‘moça’ ou ‘moço’, o que aos guias pode não soar tão bem.
Também não faltam turistas a rebaptizar os monumentos nacionais. “Quase todos os dias há pessoas a perguntar pelo Mosteiro de São Jorge, pelo Castelo dos Jerónimos ou pelo Mosquiteiro [Mosteiro] dos Jerónimos. Torre de Babel [em vez de Torre de Belém] também é muito comum. E a Biblioteca Joanina em Coimbra é a Biblioteca Joaquina”.

Por vezes também surgem questões de resposta difícil. Helena já teve quem lhe perguntasse se Almada era Marrocos. E recorda a primeira vez que uma brasileira comentou que a Mercedes devia ser uma marca importante em Portugal, porque além de muitos táxis e autocarros desta marca, também havia muita publicidade espalhada pelo país. Até em cima de vários montes e “girando, girando”. A guia não percebeu à primeira, mas depois fez-se luz. O que a turista via eram torres eólicas a funcionar, mas assumia que eram anúncios à marca de carros.
No Mosteiro da Batalha, um dos visitantes insistia em saber o nome do soldado desconhecido, recordam Dafne Lemos e Fátima Santos, ex-guias.
As idas a Fátima também têm episódios pouco católicos. Há quem queira fazer piqueniques no santuário. “Levei algum tempo a explicar a um grupo de cristãos ortodoxos que não era possível fazê-lo, por ser um local sagrado, como se fosse uma igreja”, descreve Helena Cipriano. “Na sua lógica, sendo um espaço aberto, com uma árvore, pode-se comer e fazer piqueniques”. A guia também teve de esclarecer uma brasileira que confundiu Fátima com o Cristo Rei (em Almada), e por isso queria ir de metro.
“Há 30 anos, quando o percurso Lisboa/Fátima demorava duas horas e meia, ao ver um vídeo com a história do local, em que algumas partes entre os Pastorinhos e a Nossa Senhora eram em diálogo, uma turista italiana chorava comovidíssima. Pensou que se tratava de uma gravação verdadeira das aparições de 1917”, relatam Dafne e Fátima.

De outro mundo foi também o caso de uma cliente francesa que num longínquo 12 de Outubro, durante a procissão das velas, se perdeu do grupo. Após várias horas foi encontrada e levada ao hotel. “Mas recusava ir para o quarto com o marido pois afirmava, ofendidíssima, que nunca se tinha casado e não ia dormir com um desconhecido”, descrevem as duas agentes de viagens. A turista, de 80 anos, tinha casado há uma semana, e a peregrinação era a viagem de núpcias.

Franceses roubaram lama de circo para sair à noite


Um grupo de cinco jovens franceses já numa noite de copos bem avançada roubou de um circo um lama e levou-o num longo passeio em Bordéus dentro de um eléctrico. Serge, o animal, amável e domesticado, acabou na posse de um inspector e os rapazes acabaram detidos após a brincadeira.
Serge foi levado pelos jovens na madrugada de quinta-feira passada. “Entrámos no recinto do circo e brincámos com os animais. Acabámos por trazer o lama connosco”, disse um dos jovens à francesa BFM TV. “Ele andou connosco como se fosse um cão”, contou.
A nova amizade acabou quando os passageiros do eléctrico fizeram queixa da presença do animal a um revisor. O inspector conseguiu tirar o animal do veículo e prendê-lo a um candeeiro de rua enquanto esperou pelas autoridades.


Vídeo: Mulher atingida por raio num momento captado por um fotógrafo

Uma mulher foi atingida por um raio, numa praia do Brasil, acabando por morrer. Um fotógrafo de um jornal captou o momento em que o raio atinge a mulher e as operações de socorro. A vítima tinha 36 anos.
Uma turista foi atingida por um raio, quando se encontrava no mar, em Guarujá, em São Paulo, no Brasil.
O fotógrafo de um jornal, Rogério Soares, estava no local e registou o momento em que a mulher entra na água, de braços abertos.
Outra imagem exibe ainda o raio a atingir a vítima e uma terceira fotografia mostra as operações de socorro.
A mulher, de 36 anos, estava naquela praia de férias. Não resistiu à descarga elétrica do raio e acabou por morrer no local, apesar das tentativas de reanimação.
Segundo os bombeiros, todas as pessoas que estavam na praia tinham sido avisados para abandonar o local, em virtude do mau tempo

Vídeo: Tetravó contrata stripper para a festa do 100.º aniversário

Uma idosa comemorou o 100.º aniversário num bar de Retford, em Inglaterra, contratando um stripper. Ao som de ‘I’m Sexy and I Know It’ [Sou sexy e sei disso], dos LMFAO, a superavozinha recebeu tudo a que tem direito. As amigas e a família riram e filmaram. 
Doris Deahardie comemorava 100 anos e a efeméride teria de ser assinalada com a pompa que a circunstância merece. E se aos 90 anos esta simpática tetravó decidira fazer uma viagem de helicóptero, desta vez preferiu algo mais ousado: ser acariciada por um stripper, escolhido pela própria.
A idosa – viúva, mãe de um filho, com quem vive, em Saundby – saiu de casa, de limusina, em direção a Retford, para um bar, já depois de ter contratado o stripper, com um pacote completo de serviços.
Levou consigo uma garrafa de óleo para bebé, para que o corpo do stripper ganhasse brilho, e encheu o peito de ar, para aguentar a experiência. O profissional tratou a idosa sem preconceito…
“O stripper esteve brilhante. Adorei o rosto da Doris … Achei que ela não iria conseguir chegar ao fim do espetáculo, mas enganei-me”, disse a nora de Doris Deahardie.
Esta centenária, recentemente, foi a uma consulta e recebeu um diagnóstico otimista: “Está muito bem do coração”, disse-se o médico. E esse coração deve ter palpitado com entusiasmo, nesta festa do 100.º aniversário de Doris. Vejam as imagens:

SEM TITULO



Ricky baby


quinta-feira, janeiro 16, 2014

Cartaz com “Virgem” Maria a fazer teste de gravidez provoca polémica


Um cartaz publicitário que mostra a Virgem Maria a fazer um teste de gravidez, e a descobrir estar à espera de um bebé, tem vindo a causar polémica na Nova Zelândia. A publicidade poderia ser de uma marca de testes de gravidez, mas não! Podia ainda ser uma brincadeira com um símbolo religioso perto do Natal. Mas, de acordo com o site Stuff, a Auckland’s St. Matthew-in-the-City church é a responsável pelo cartaz. 

Acidente de bicicleta provoca ereção de sete semanas


Um irlandês de 22 anos teve uma ereção de sete semanas após sofrer um acidente de bicicleta numa montanha, disse o jornal “Irish Examiner”.
O caso foi relatado em janeiro pela “Irish Medical Journal”. No acidente, o irlandês chocou violentamente contra o quadro da bicicleta. Ao procurar um médico um Dublin, cinco semanas depois, o jovem reclamou estar todo esse tempo com uma ereção.
De acordo com a revista médica, a ereção foi sustentada por causa de uma forte pancada no períneo.
Médicos tentaram tratar o priapismo à base de compressão manual. Inicialmente deu certo. Mas por pouco tempo. Entretanto, a ereção regressou. Durante duas semanas, foi tentada a aplicação de uma ligadura para diminuir a pressão no membro. Nada feito.
A equipa médica só conseguiu sucesso ao injetar um gel e inserir um anel de platina entre uma artéria e uma veia, a fim de diminuir o fluxo sanguíneo ao órgão genital.
“Ficamos muito felizes com o resultado. Foi um período de ansiedade para o paciente e se-lo-ia para qualquer jovem”, disse Ronan Browne, médico que atendeu o irlandês.

Os 50 piores telediscos de sempre


Fujam! São os 50 piores telediscos de sempre (segundo a revista New Musical Express, também conhecida como NME).
Inclui um sapo virulento, raparigas a fazer exercício, uma banda com um vocalista conhecido por Bono e algumas partes íntimas de Cher. Vá por sua conta e risco.
Algures entre o embaraço, a falta de “coolness”, a ausência de bom senso e o desastre absoluto, uma lista do que de pior já nos ofereceu a arte do vídeo musical, segundo o NME. E se pensam que estes telediscos são de perfeitos desconhecidos desengane-se, pois da lista constam nomes (com superproduções) como Cher, Wham!, Miley Cyrus, Mika, Britney Spears, U2, David Bowie & Mick Jagger, Christina Aguilera, Lady Gaga e Kings Of Leon. Começamos pelos menos maus da lista e terminamos nas “pérolas”:

50. Cher – If I Could Turn Back Time
49. Paris Hilton – Stars Are Blind
48. Daniel Bedingfield – If You’re Not The One
47. Crazy Frog – Axel F
46. Milli Vanilli – Girl You Know It’s True
45. Vanilla Ice – Ice Ice Baby
44. Wham! – Wake Me Up Before You Go Go
43. Journey – Separate Ways (Worlds Apart)
42. The Darkness – I Believe In A Thing Called Love
41. Steel Panther – Fat Girl (Thar She Blows)
40. Duck Sauce – Big Bad Wolf
39. The Ting Tings – Hang It Up
38. All Saints – Chick Fit
37. Sisqo – Unleash The Dragon
36. Rednex – Cotton Eye Joe
35. Eiffel 65 – Blue (Da Ba Dee)
34. Route 1 feat. Jenny Frost – Crash Landing
33. Dannii Minogue – This Is It
32. Color Me Badd – I Wanna Sex You Up
31. Survivor – Eye Of The Tiger
30. Shayne Ward – No U Hang Up
29. Supersister – Coffee
28. Miley Cyrus – Can’t Be Tamed
27. Mika – Big Girl (You Are Beautiful)
26. Britney Spears – Gimme More
25. LMFAO – Sexy And I Know It
24. Huey Lewis And The News – Hip To Be Square
23. Akon – Lonely
22. Bloodhound Gang – The Bad Touch
21. CJ Fam – Ordinary Pop Star
20. Joss Stone – Baby Baby Baby
19. Another Level – Freak Me
18. Alice Cooper – Clones (We’re All)
17. Beach Boys – Kokomo
16. U2 – Numb
15. Jenna Rose feat. Baby Triggy – My Jeans
14. Nickelback – Rockstar
13. JLS – Take A Chance On Me
12. David Bowie & Mick Jagger – Dancing In The Street
11. Cher Lloyd – Swagger Jagger
10. James Blunt – You’re Beautiful
09. The Fray – How To Save A Life
08. Christina Aguilera – Not Myself Tonight
07. Pixies – Velouria
06. Razorlight – Wire To Wire
05. Eric Prydz – Call On Me
04. Lady Gaga – Judas
03. Susan Boyle – Perfect Day
02. Kings Of Leon – Radioactive
01. Rebecca Black – Friday

Padre que bebe e diz palavrões é expulso de igreja pelos fiéis


Os moradores da cidade de Parciaki, no norte da Polónia, decidiram expulsar um padre da igreja por conta própria.
Segundo os fiéis, o padre Edward Pilarkiego, de 62 anos, dizia palavrões durante as missas e estaria a usar o dinheiro doado nas celebrações para comprar bebida e cigarros.
“Ele está sempre a arranjar confusão. Não ter padre é melhor do que ter esTe”, disse um morador da cidade.
Então, um grupo de paroquianos arrastou-o do seu altar e levou-o para fora da igreja, enquanto ele ainda segurava uma garrafa de vodca. Para garantir que o padre não voltaria de seguida, eles ainda trocaram a fechadura do templo.

Hóstias alucinogénias levam idosas a agredir padre



Visões de santos, abraços ao crucifixo da igreja e duas idosas a perseguir o padre, que foi agredido sob os gritos: “Você é o demónio!” Parece cena de um filme mas terá acontecido na região centro de Itália, depois dos fiéis ingerirem hóstias alucinogénias.
No passado domingo, dia 19, na igreja do Santo Espírito de Campobasso, na região centro de Itália, as hóstias (pão feito com água e farinha de trigo sem adição de fermento ou sal) dadas aos fiéis terão sido produzidas por engano com uma farinha alucinogéna.
Os efeitos foram imediatos e o caos instalou-se, com testemunhos de visões de santos, abraços ao crucifixo e duas idosas a correr atrás do padre, agredindo-o e dizendo: “Você é o demónio!”. Don Achille foi obrigado a refugiar-se na sacristia até que a polícia chegasse, revelou a imprensa local.
Segundo as autoridades, tratou-se de uma intoxicação alimentar (ergotismo) causada por farinhas de cereais contaminadas por fungos que atingem o grão, entre os quais se encontram agentes psicotrópicos como LSD.
No entanto, na sexta-feira, a diocese de Campobasso desmentiu categoricamente o acontecimento, alegando tratar-se de um ataque contra a Igreja católica. “É preciso respeitar o sagrado enquanto tal e isto vale também para quem não acredita”, referiu em comunicado.

Padre masturba-se em pela missa no México


O insólito aconteceu no México, quando um sacerdote católico aproveitou o hábito largo para, por baixo deste, se masturbar em frente aos seus fiéis pensando que ninguém notaria.
Foi durante uma missa na Igreja de San Miguel Arcángel que o padre decidiu que aquele era o momento e o local ideal para ter algum prazer.
Entre os fiéis o ato não passou despercebido e houve até risos. Um dos fiéis foi mais além e filmou o ato.

Pintor que pinta telas com o pénis faz sucesso em Macau


Tim Patch, que prefere ser chamado de Pricasso, usa a “genitália” para executar retratos em tinta acrílica. Ele leva em média dez minutos para pintar cada tela.
Recentemente foi atração em Macau (China), onde integrado na feira erótica de  Macau  “pintou” retratos de alguns visitantes.
Conhecido como Pricasso, o australiano não usa só o pénis para marcar de forma ousada o seu nome na história da arte. Mas o pénis não é a única parte do corpo que usa, ele ainda dá alguns retoques nas obras usando… as nádegas!
Depois de Macau “pricasso” segue para a feira de sexo de Durban na África do Sul (de 25 a 28 de agosto). 

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Padre: ‘Papel higiénico é ataque contra católicos’


Um padre acusou o fabricante de uma marca de papel higiénico de sacrilégio, argumentando que a imagem do carneiro usado no produto é “o carneiro de Deus” e, portanto, um “ataque contra a Igreja Católica”.
Stanislaw Szyszka usou um dos seus sermões, em igreja de Zakopane (Polónia), para acusar a Metsä Tissue, empresa finlandesa que fabrica o Lambi, de insultar os católicos. Para ele, a figura do carneiro na embalagem é a mesma que os católicos têm em suas casas no período da Páscoa.
“É um insultos para os católicos que uma imagem tão próxima de nós e identificada com o Senhor Jesus seja usada num papel higiénico”, afirmou o religioso, de acordo com o site “Inside-Poland”.
Um porta-voz da empresa disse que o produto é vendido em 30 países há 20 anos e que esta é a primeira vez que a imagem do carneiro é questionada.
Já há um ano atrás a marca se tinha visto envolvida noutra “crise” com a Igreja Católica:
Uma fabricante de papel higiénico finlandesa teve que se apressar a tentar limpar a sua imagem após os líderes cristãos noruegueses protestarem contra a inclusão de passagens da Bíblia nos rolinhos da marca Lambi. A ideia do pessoal do marketing da empresa era imprimir mensagens de amor no papel higiénico, para que as pessoas tivessem momentos inspiradores na casa de banho, mas uma frase atribuída a Jesus Cristo foi inadvertidamente selecionada: “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.”
A inclusão do versículo, que pertence ao Evangelho Segundo São Mateus, foi um equívoco, de acordo com a porta-voz da empresa Metsa Tissue. “As pessoas gostam de ler textos curtos e felizes quando vão à casa de banho. A nossa intenção era espalhar amor e alegria, não mensagens religiosas”, disse a porta-voz. A explicação não convenceu o bispo de Tunsberg, na Noruega. “Isso é de mau gosto e mostra falta de respeito”, queixou-se. A empresa retirou a citação bíblica do papel higiénico.

Idosos usam preservativos para… aliviar dores nos joelhos!


O governo da África do Sul tem incrementado os esforços para conter o alastramento da Sida no país. Um deles é a ampliação da distribuição gratuita de preservativos.
Só que muitos dos preservativos distribuídos à população estão a ser usados para outro fim: combater as dores decorrentes de artrite nos joelhos.
De acordo com Candith Mashego-Dlamini, chefe de saúde de Mpumalanga, os idosos estão a esfregar os preservativos nos joelhos a fim de aliviar o sofrimento causado pela doença crónica. As pessoas acreditam que o lubrificante que os preservativos contém lhe pode trazer benefícios.
“Não é a cura para a minha artrite, mas faz a dor diminuir”, disse uma idosa da Cidade do Cabo, segundo os site “Times Live”.
Além de “remédio” para artrite, os preservativos também estão a ser usadas no país africano para limpar CDs e dar bilho aos sapatos.

Asociación Cooindes: LA INTEGRACIÓN REQUIERE UN ESFUERZO MUTUO

Asociación Cooindes: LA INTEGRACIÓN REQUIERE UN ESFUERZO MUTUO: - Aquí os publicamos una carta que nos parecío muy interesante para tratar el tema de la INTEGRACIÓN DE LOS INMIGRANTES EN ESPAÑA  "car...

terça-feira, janeiro 14, 2014

Pessoas sem religião são mais inteligentes

Três psicólogos americanos avaliaram 63 estudos sobre inteligência e religião realizados entre os anos de 1928 e 2000. E uma quantidade avassaladora deles apontava uma relação negativa entre crença e inteligência: apenas em 10 pesquisas os religiosos se saíram melhor nos testes do que os não crentes.
Não se sabe ao certo porque os fiéis quase sempre levam a pior, mas os pesquisadores arriscam alguns palpites. Segundo eles, pessoas inteligentes tendem a conformar-se menos e questionar mais os dogmas da igreja e, geralmente, adotam uma visão analítica das coisas, ao invés de seguir a intuição. Como crenças religiosas não podem ser testadas ou comprovadas pela ciência, essas pessoas deixa de acreditar.
Nem mesmo o aporte emocional oferecido pelas religiões atraem os inteligentes. Segundo a pesquisa, essas pessoas já dominam a arte do autocontrolo, por exemplo. Então eles precisam menos dos “benefícios” da igreja.
Mas isso não quer dizer, necessariamente, que quem não acredita em nada é um espertalhão. Ou um tapado por ir à missa todos os domingos. “Eu tenho certeza que existem pessoas religiosas inteligentes e ateus pouco inteligentes por aí”, explica Jordan Silberman, um dos autores da pesquisa. “A pesquisa aponta para a média de inteligência dos religiosos e não religiosos. Mas isso não se aplica necessariamente a uma pessoa específica”.

Nelson Mandela

"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."

Madiba


Morreu Nelson Mandela, tinha 95 anos, a maioria dos quais dedicados à defesa dos direitos humanos e igualdade racial. Madiba, como era conhecido na África do Sul, encontrava-se em estado grave há quatro meses. Ontem, a filha do resistente anti-apartheid afirmou que Mandela estava a lutar no leito da morte.

O líder histórico do ANC foi o mais emblemático resistente contra o Apartheid, o regime de segregação racial imposto na África do Sul até 1994.

Símbolo da reconciliação e do perdão, Mandela foi eleito como primeiro presidente negro daqueles pais, após 27 anos de prisão.

Mandela, que em 1993 recebeu o Prémio Nobel da Paz juntamente com Frederik de Klerk, governou a África do Sul até 1999 e tornou-se num dos principais estadistas do século, como referência na luta contra a segregação racial, e visto pelos seus compatriotas como o patriarca da "nação do arco-íris".

Nelson Rolihlahla Mandela nasceu em 18 de Julho 1918, perto de Umtata, capital da reserva de Transkei, no seio da família real da tribo Themba, chefiada por seu pai, Henry Gadla Mandela.

Maridos e casas podem ir e vir, mas parece que um bom corte de cabelo é para sempre. Segundo um estudo, a média da relação das mulheres com o cabeleireiro é maior do que a duração da maioria dos casamentos. As informações são do site inglês Daily Mail.
De acordo com a pesquisa, realizada por um site de venda online da Inglaterra, as mulheres mantêm o mesmo hair stylist por cerca de 12 anos e cinco meses, enquanto a média de duração dos casamentos é de 11 anos e seis meses. A relação com o profissional vai além e, para 53% delas, o cabeleireiro está no topo da lista das 10 pessoas mais importantes da vida.
O estudo ouviu 360 mulheres e uma em cada 10 disse que a distância do salão de cabeleireiro conta quando elas pensam em mudar de casa. O apego é grande e teria uma explicação, já que, em média, as mulheres gastam 1 ano e 10 meses da sua vida na procura do profissional perfeito para cuidar dos seus cabelos.
“Conheço a minha cabeleireira há mais tempo do que ao meu marido e aos meus filhos e, na verdade, até digo que ela se tornou parte da minha família”, disse uma das entrevistadas. “Você gasta anos a procurar o profissional perfeito e, quando encontra, não quer mais largar. A minha cabeleireira é com certeza uma das cinco pessoas mais importante da minha vida”, completou.

Tutancamon foi mumificado com pénis ereto por questões religiosas


A descoberta do túmulo de Tutancamon, há quase um século atrás, respondeu a algumas questões sobre o funeral do jovem e famoso rei do Egito, que terá morrido aos 19 anos, em 1323 AC. Outras questões, entretanto, ainda são debatidas por especialistas. Uma delas é porque o faraó foi mumificado com o pénis ereto, num ângulo de 90 graus.
A múmia de Tutancamon foi a única até agora descoberta a ter o membro mantido dessa forma. Egiptologistas da Universidade do Cairo acreditam ter chegado à resposta que põe fim ao mistério fálico: o motivo fora religioso.
À época da morte, Tutancamon enfrentava uma revolução religiosa comandada pelo seu próprio pai, Akhenaten, que queria pôr fim à crença dos egípicos em vários deuses. Assim, quando o faraó morreu, o processo de mumificação fez com que Tutancamon ficasse parecido com Osíris, o deus do submundo, numa tentativa de assustar os revolucionários.
Além do pénis ereto, o corpo do faraó foi coberto de líquido preto (semelhante à cor da pele de Osíris) e o seu coração foi arrancado, contou reportagem do “Daily Mail”. A imagem dava a entender que Tutancamon estava a governar o submundo com toda a sua vitalidade.
Tutancamon morreu após ter partido uma perna – alguns especialistas acreditam que ele foi atropelado por uma carruagem – e contrair uma grave infecção. Amostras de DNA revelaram, ainda, sinais de malária.

Mulher acusa Advogados de não a informarem que o divórcio terminava com o casamento




Um curioso processo de recurso foi apresentado nos tribunais do Reino Unido contra um escritório de advogados.
Jane Mulcahy habia argumentado que os advogados deveriam ter-lhe deixado claro que o divórcio colocaria fim ao seu casamento, algo que ao que parece ela queria evitar.
Segundo a mulher, os advogados não tiveram em conta que era católica, já que não lhe recomendaram a separação judicial, um passo antes do divórcio no Reino Unido, como ação alternativa.
O recurso foi recusado por um tribunal superior no mês passado.
“A mais supreendente das numerosas acusãoes de Jane Mulcahy contra os seus advogados era a que dizia que, tendo em conta a sua fé católica, a Srª Boots (uma das suas advogadas) não lhe havia dado o conselho adequado tendo em conta a a sua forte convição da santidade do matrimónio”, comentou o Juiz Michael Briggs do Supremo Tribunal de Justiça de Inglaterra e Gales.





Ficou viúva sete horas depois de ter casado, após atropelamento do marido


Casamento de William com Nikki durou sete horas e foi interrompido por um atropelamento em Crown Point (EUA). O homem, de 49 anos, saiu do seu carro para ajudar uma amiga que ficara atolada na neve, sendo colhido por um autocarro. A amiga de William também perdeu a vida.

Sete horas após ter casado com Nikki, um norte-americano seguia de carro, em Crown Point, no estado do Indiana, ao lado da mulher. Até que o casal encontra uma amiga, Linda Darlington, de 42 anos, que tinha perdido o controlo do seu carro e ficara atolada na neve.
William estacionou o carro e dirigiu-se para o local onde se encontrava a amiga, que também fora convidada para o casamento, segundo revela a Associated Press.
Mas não conseguiu chegar ao destino. Foi colhido por um autocarro, primeiro, e por outros dois carros, não sobrevivendo aos graves ferimentos que sofreu. O atropelamento provocou um acidente, que viria a ser fatal para Linda Darlington, que também morreu.
Nikki Night acabara de casar e preparava-se para a noite de núpcias, mas teve de exercer a sua função profissional. Enfermeira de profissão, teve a complicada tarefa de socorrer o marido e a amiga. Mas não conseguiu evitar a morte de ambos.
A mulher revelou que o marido e a outra vítima estavam sem pulso, logo após o atropelamento. O óbito foi declarado no local.

Estou assim!

Yo que sé ..!!

quinta-feira, janeiro 09, 2014

Um preso com frio: Fugiu da prisão, mas ligou à polícia a pedir socorro




Vaga de frio dos EUA levou Robert Vick, um preso que fugira de uma prisão de baixa segurança, em Lexington, a telefonar à polícia a pedir ajuda. Vick conseguiu escapar com o uniforme da cadeia e um casaco, mas os dois graus negativos fizeram-no tremer ao ponto de dispensar a liberdade.
Segundo revela um porta-voz da polícia, Robert Vick, de 42 anos, “regressou de livre vontade”, após uma fuga bem sucedida do Complexo Correcional de Blackburn de Lexington, que ocorreu no passado domingo.
A vaga de frio que se faz sentir um pouco por todo o território norte-americano levou o homem, segundo adianta a Associated Press, a querer voltar àquele estabelecimento prisional de baixa segurança.
Robert Vick empreendeu uma fuga, mas foi traído pelas baixas temperaturas e pela roupa insuficiente: o uniforme que vestia e um casaco. Com as mínimas em valores negativos, procurou ‘asilo’ num hotel, de onde terá telefonado à polícia, revelando que não aguentava o frio e que queria voltar à sua cela.
Segundo as autoridades de Lexington, Vick contou aos funcionários do hotel que não aguentava as baixas temperaturas. A polícia foi chamada ao local, assim como uma equipa médica, que prestou assistência ao fugitivo.
Depois de tratado e alimentado, o homem voltou ao Complexo Correcional de Blackburn, para cumprir o que resta dos seis anos a que Robert Vick foi condenado, por roubo e por posse ilegal de bens falsificados.
“Lá fora, está muito frio. Frio demais para se fugir… Por isso, é normal que um prisioneiro prefira regressar”, disse o porta-voz da polícia, Sherelle Roberts.

McDonald’s retira da Internet conselhos para alimentação saudável



"O McDonald’s retirou da Internet um ‘post’ onde aconselhava os trabalhadores a não consumir ‘fast food’. A publicação foi feita numa página dedicada aos recursos humanos da empresa.
De acordo com a televisão ‘CNBC’, a cadeia internacional classificava estas refeições – idênticas às que comercializa – como “muito calóricas, ricas em gordura saturada, açúcar e sal”. A publicação referia que, embora seja uma alimentação conveniente a pessoas ocupadas, é difícil manter uma “dieta equilibrada” ao frequentar muitas vezes este tipo de restaurantes.
Também o jornal britânico ‘Daily Mail’ noticiou o caso, divulgando até as imagens que o McDonald’s incluiu no seu alerta. A empresa colocou lado a lado um menu saudável e um menu ‘rápido’, frisando que a primeira opção é a mais saudável."

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Prostitutas exigem as mesmas regalias dos futebolistas porque a carreira também é curta



Na Holanda, as prostitutas travam uma luta pela igualdade de direitos nas suas pensões. Se os futebolistas podem reformar-se mais cedo com menos anos de descontos, também elas deveriam ter igual regalia. A advogada Wil Post justifica: “Também estão sujeitas a trabalho físico difícil, no auge da atividade profissional”.

Os homens “procuram sempre as mais novas”. As prostitutas com idade superior a 35 anos começam a perder clientes e estão em fim de carreira. Assim, deveriam ter os direitos que os futebolistas, que pelos mesmos motivos podem descontar menos anos, na Holanda, e pedir reforma mais cedo.
Eis os argumentos de Wil Post, advogada de uma agência que pretende dominar o negócio da prostituição em Utrecht, cidade holandesa. Segundo argumenta a advogada, “a partir de determinada altura, as prostitutas, apesar de jovens, já não conseguem arranjar clientes”.
Nesse sentido, adianta a CBN News, a advogada procurou, junto da Autoridade Tributária da Holanda, que sejam concedidos às prostitutas da Freya os mesmos direitos de que desfrutam os futebolistas, no que diz respeito às reformas e descontos.
Este pedido ainda não foi analisado e é confidencial, como todas as solicitações feitas àquela autoridade. Nesse sentido, não se sabe qualquer pormenor.
Mas sabe-se muita informação, sobre os direitos e deveres das prostitutas na Holanda, país que legalizou o negócio no ano 2000, sendo que esta atividade profissional está sujeita a descontos.
As prostitutas holandesas têm contrato de trabalho, usufruem de fundo de desemprego e recebem pensões pagas pelo Estado. O problema é que as carreiras são curtas e, tal como os jogadores de futebol, são consideradas ‘velhas’ com 35 anos…

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Mapa corporal das emoções é universal quando estamos felizes, zangados ou tristes



"As emoções traduzem-se em sensações no corpo que são iguais para as diferentes culturas, mostra um estudo que elaborou mapas corporais de 13 emoções distintas. Este trabalho pode ajudar a detectar problemas psicológicos.O filme O Cavalo de Turim, do realizador húngaro Béla Tarr, arranca com um narrador a contar uma história profética sobre Friedrich Nietzsche. Segundo relatos, o filósofo alemão saiu para a rua da cidade italiana, num dia de Janeiro de 1889, e viu, ao longe, um cavalo que se recusava a andar, a ser chicoteado por um homem numa carroça. Nietzsche não aguentou e insurgiu-se com a cena, impedindo a violência, abraçando o animal, chorando. Béla Tarr escolheu no seu filme seguir aquele cavalo, a caminho da escuridão. Mas é Friedrich Nietzsche quem fica caído numa rua de Turim, iniciando a última década da sua vida, dez anos de loucura, depressão e ausência.Se o filósofo nos pudesse descrever o que sentiu no corpo, quando estava caído, era provável que nos falasse de um nó na garganta, um aperto no peito, uma tensão na região dos olhos e de sentir os braços e pernas frios, distantes. A descrição pode traduzir o mapa corporal das sensações associado à tristeza. Este é um de vários mapas corporais das emoções, definidos por uma equipa de investigadores da Finlândia num trabalho em que defendem que estes padrões são universais, ultrapassando fronteiras geográficas e culturais, e deverão ter uma raiz biológica, explica-se no artigo publicado nesta segunda-feira na revista norte-americanaProceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).“Muitas vezes sentimos as emoções directamente no corpo”, lê-se no artigo. Um exemplo clássico, também referido no artigo, é o formigueiro no estômago associado ao início sempre surpreendente do amor.A equipa que fez a investigação, da Universidade da Tampere, na Finlândia, começou por estudar as regiões do corpo que ficavam mais activadas ou desactivadas quando as pessoas sentiam 13 emoções: raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza, surpresa, ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha, inveja.Para isso, os investigadores pediram primeiro a um grupo de 390 pessoas para fazerem um jogo simples. Num programa de computador, os participantes liam a palavra correspondente a uma emoção para depois pintarem num corpo desenhado as regiões que sentiam ficar mais activadas e aquelas que sentiam ficar menos activadas durante essa emoção. Esta primeira experiência foi feita em finlandeses, suecos e tailandeses para verificar se a linguagem tinha influência e se havia diferenças culturais nas sensações no corpo.Depois, a equipa quis perceber se as sensações pintadas no corpo estavam influenciadas por uma questão conceptual. Ou seja, testaram se o resultado obtido nos mapas traduzia uma ideia racionalizada de cada participante sobre o que se deveria sentir no corpo quando se estava com raiva ou feliz, ou se era efectivamente aquilo que os participantes estavam a sentir. Nesta segunda experiência, feita a 108 pessoas, os investigadores pediram aos participantes para descrever o que sentiam no corpo quando liam frases associadas a emoções, mas que não tinham lá a palavra referente a cada emoção. Para suscitar felicidade, uma das frases era: “É um belo dia de Verão. Está a guiar um descapotável em direcção à praia com os seus amigos e há música a sair das colunas.” Já na tristeza, a frase podia ser: “Numa visita ao hospital, vê uma criança que está a morrer e que quase não consegue manter os olhos abertos.”
Raiz biológica para sete emoções básicas
Os resultados deste conjunto de experiências foram consistentes. Os investigadores conseguiram criar, para cada uma das emoções enumeradas em cima, um mapa semelhante com a activação e a desactivação das regiões do corpo humano, independentemente da nacionalidade ou da forma como a emoção foi suscitada. “Estes resultados dão um novo conhecimento sobre como as emoções estão representadas no corpo e não só na mente”, diz ao PÚBLICO Laurie Nummenmaa, uma das autoras do trabalho.Os mapas mostram que cada uma das 13 emoções tem um mapa corporal diferente, que se repete em cada cultura. “Como as diferentes emoções parecem ter uma base corporal diferente (que é consistente nas várias culturas), isto sugere que as emoções básicas [raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza e surpresa, as outras sete já são ‘emoções complexas’] testadas neste estudo podem ter uma raiz biológica e uma base evolutiva.”A activação e a desactivação de que o estudo fala podem reflectir vários fenómenos fisiológicos de acordo com a emoção. “Pedimos apenas às pessoas que nos relatassem como se sentiam, por isso os resultados reflectem diferentes tipos de respostas fisiológicas que estão a acontecer. Desse ponto de vista, os mapas provavelmente são uma mistura de diferentes tipos de actividade esqueleto-muscular, visceral e do sistema nervoso autónomo”, interpreta a cientista.No artigo, os cientistas descrevem estes mapas mais pormenorizadamente. Na maioria das emoções básicas, há uma “actividade elevada” na área do peito, associada ao aumento de respiração e do ritmo cardíaco. Há também muitas sensações na região da cabeça, “que provavelmente reflectem tanto mudanças fisiológicas na cara [a contracção dos músculos, o aumento da temperatura quando se cora ou a produção de lágrimas] como mudanças sentidas na mente provocadas por acontecimentos emocionais”, lê-se no artigo. Já a região do estômago aparece activa quando as pessoas sentem nojo. A actividade nos membros está aumentada em emoções associadas à acção como a felicidade ou a raiva. Em contraste, algumas das característica que definem a tristeza são as pernas os braços adormecidos. “As emoções podem promover o bem-estar preparando-nos tanto para a acção, ao aumentar a activação como acontece na raiva, como protegendo os nossos recursos corporais e sociais, ao diminuir a activação como acontece na tristeza”, defende Laurie Nummenmaa. Um dos próximos objectivos da equipa é tentar relacionar estes mapas com os fenómenos fisiológicos que realmente estão a ocorrer em cada região do corpo e de uma forma exaustiva. Uma medição directa desta “activação e desactivação” corporal será difícil de se obter, explica a investigadora. “Em princípio, poderíamos medir a velocidade do sangue com uma perfusão e uma tomografia por emissão de positrões, ou obter imagens corporais de temperatura para detectar diferenças fisiológicas durante a activação [das regiões do corpo]. Que eu saiba, ninguém tentou fazê-lo antes devido a dificuldades técnicas.” A equipa quer ainda caracterizar como é que crianças de diferentes idades sentem as emoções no seu corpo. Estes mapas obtidos poderão ser ainda utilizados como instrumentos ou “marcadores corporais” para a saúde psicológica. Desta forma, poderão ajudar a inferir estados emocionais das pessoas quando estão com problemas psicológicos, sugere Laurie Nummenmaa. Nas doenças mentais, as respostas emocionais e as sensações corporais podem estar alteradas. Por exemplo, a ansiedade fica exacerbada, provocando dores no peito e fazendo suar as palmas das mãos. “Medir as sensações corporais, sem ter havido estímulos emocionais prévios, pode ser uma nova forma de detecção de uma alteração nos processos emocionais de alguém. Em alternativa, é possível que as sensações corporais associadas, por exemplo, à tristeza, estejam marcadamente alteradas no caso de uma depressão, o que seria mais um indício para se detectar esse problema”, explica a investigadora.
Para Laurie Nummenmaa é “fascinante a ligação directa” entre o que se passa na mente, quando se está a viver uma emoção, e a reacção do corpo a essa emoção. O que originou aquele momento em que Nietzsche abraça o cavalo, um momento tão marcante que levou Béla Tarr a realizar O Cavalo de Turim. Mas a imagem com que ficamos da descrição do comportamento do filósofo é facilmente reconhecível, já que o mapa corporal da tristeza extrema é universal."

Qual o seu maior medo? Algumas fobias inimagináveis.


Há quem tenha fobia da cor amarela e quem tenha aversão ao sexo. Alguns temem subir degraus e outros não suportam estar perto de flores. Se pensa que a sua fobia é estranha, acredite, há bem pior.



Fobia é o medo exagerado e irracional diante de uma situação ou objeto específico. Fique a conhecer as fobias mais estranhas.


Deipnofobia – Medo de jantar e conversas do jantar


Dendrofobia – Medo de árvores


Dipsofobia – Medo de beber


Eleuterofobia – Medo da liberdade


Epistemofobia – Medo do conhecimento


Ereutrofobia – Medo de ficar vermelho



Para ver  mais clique na página a cima.

Calendário com padres atraentes é sucesso no Vaticano



Anuário com 12 sacerdotes transformados em modelos improvisados está a ser mais vendido do que os calendários com mulheres despidas.


"Não é preciso ir à Igreja para ver os 12 padres mais atraentes do Vaticano. Basta comprar o ‘Calendário Romano’, onde sacerdotes bem-parecidos – um para cada mês do ano – posam de batina para a objetiva do fotógrafo Piero Pazzi. A ideia tem sido um sucesso de vendas no Vaticano, segundo o jornal espanhol 'El Mundo'. O almanaque tornou-se num objeto de culto para os gays que visitam a capital italiana. Tem sido mais vendido do que os calendários onde as mulheres despidas são as protagonistas.
A nova edição do "Calendário Romano" já está à venda, por 10 euros, e pode ser encontrada tanto em quiosques como em tendas de "souvenirs" de Roma, junto a reproduções do Coliseu e fotografias do papa Francisco. O criador do almanaque assegura que se tratam de sacerdotes de verdade, e não de modelos disfarçados de eclesiásticos.
O Vaticano garante que nada tem a ver com o calendário – revelando até desagrado ao ver alguns dos sacerdotes convertidos em improvisados manequins. Criado em 2004 pelo fotógrafo Piero Pazzi, o ‘calendário romano’ vende cerca de 75 mil cópias por ano.
O almanaque – que pode ser adquirido através da Internet –  é constituído por fotografias de padres que Pazzi encontrou nas ruas da sede da Igreja Católica. Depois de em 2008 se ter descoberto que o sacerdote que ilustrava o mês de março não passava de um cidadão comum, o fotógrafo veio garantir que só fotografou verdadeiros padres para o calendário de 2014."

Padre espanhol proíbe choro em funerais




"Os habitantes de San Luís de Sabinillas, localidade perto de Málaga, Espanha, estão em conflito com o pároco local, acusando-o de não deixar as pessoas chorar durante os funerais. Através de um abaixo-assinado, é pedido o afastamento do padre daquela paróquia.
De acordo com o jornal ‘Sur.es’, Nicolás Timpu terá afirmado, durante o enterro de um jovem de 25 anos, que se as pessoas não parassem de chorar não celebrava a missa, parte essencial da cerimónia fúnebre. Os habitantes locais referem ainda que o padre coloca, por esta altura, músicas natalícias durante os funerais.
Segundo o mesmo jornal, a indignação dos paroquianos estende-se às limitações que o pároco coloca no vestuário usado na igreja – as mulheres estão proibidas de usar saias e camisolas decotadas – e às atitudes perante as crianças, na catequese, onde afirma que “vão arder no inferno” caso cometam um dos sete pecados capitais.
O abaixo-assinado para a expulsão de Nicolás Timpu da paróquia conta com mais de 1500 assinaturas. O documento já foi enviado para o bispo da diocese de Málaga, que irá decidir se transfere, ou não, o pároco para outra localidade."

GRAFFITI LISBOA







sábado, janeiro 04, 2014