sexta-feira, dezembro 20, 2013

SPOT'S DAS MINHAS CONSULTAS PSICOLÓGICAS


PRAÇA D. LUIS
A Praça Dom Luís, localizada no Cais do Sodré, possui um pequeno jardim, comum a algumas praças da capital. A praça é uma homenagem a Dom Luís I, conhecido como O Popular, devido à adoração pelo povo. O jardim da Praça Dom Luís conta com frondosas e imponentes árvores, canteiros de flores, palmeiras, e um parque infantil. No centro da praça fica a estátua do Marquês Sá da Bandeira, fidalgo da Casa Real e ministro de Estado, nascido em Santarém em 1795.
















SEPARADOR DE AVENIDA  24 DE JULHO PRAÇA D. LUIS


É uma das avenidas mais conhecidas de Lisboa, identificada com os prazeres nocturnos mas cuja história toponímica revela uma outra guerra: a da luta pelo liberalismo entre D. Pedro IV e o seu irmão, D. Miguel.“Este é um dos momentos mais dramáticos da nossa história – a guerra civil de 1828 a 1834 – que opôs as tropas absolutistas de D. Miguel contra as forças liberais do seu irmão, D. Pedro IV”, explica o blog Ruas de Lisboa com Alguma História. assim, a 24 de Julho de 1883 – há 180 anos –, as tropas liberais de D. Pedro IV, comandadas pelo Duque da Terceira – que tem uma praça com o seu nome ligada à 24 de Julho –, entraram vitoriosamente em Lisboa, tendo desembarcado no Algarve e atravessado o Alentejo sem dispararem um único tiro.Lisboa foi entregue ao comandante-chefe liberal – esse mesmo, o Duque da Terceira – pelo Duque de Cadaval, antigo primeiro-ministro do rei D. Miguel, a 24 de Julho de 1833.Na verdade, as tropas de D. Miguel tinham abandonado Lisboa de madrugada, tendo a capital sido libertada das tropas absolutistas. Um ano depois, em 1834, é a vez de todo o território ser libertado – e D. Miguel exilado.Em 1878, a Câmara Municipal de Lisboa decide chamar Rua 24 de Julho à parte do aterro ocidental que começa na Praça D. Luís I e termina no caneiro de Alcântara. A alteração de rua para avenida foi feita a 18 de Outubro de 1928.A esta avenida convergem três avenidas, um beco, uma escadaria, uma escadinha, um largo, um pátio, duas praças, oito ruas e três travessas.













FNAC CHIADO EM VÁRIOS PISOS, TAIS COMO O ESPAÇO DA RESTAURAÇÃO, CAFÉ DA FNAC)

Rede de lojas dedicadas ao comércio de tecnologia e cultura, apostando em áreas como telecomunicações, jogos, fotografia, vídeo, música, cinema e literatura. A marca FNAC nasceu em França, no ano de 1954. Em Portugal, a primeira loja FNAC foi inaugurada em Fevereiro de 1998, no Centro Comercial Colombo. A FNAC tem lojas de norte a sul do país.















ESCADAS DA IGREJA

Igreja Paroquial de São Nicolau e São Julião situa-se na Baixa Lisboeta entre a rua de S. Nicolau, rua da Prata e rua dos Douradores. A Igreja de São Nicolau foi construída no início do século XIII, tendo sido fundada entre 1209 e 1229 e reconstruida no mesmo século, em 1280, por iniciativa do bispo D. Mateus; depois de várias reedificações sofreu a sua mais importante mudança já na década de 70 do século XVIII devido ao Terramoto de 1755.
A igreja possui um órgão instalado após o terramoto de 1755. A caixa primeira metade do século XVIII foi obra da oficina de António Xavier Machado Cerveira e o mecanismo, da segunda metade do mesmo século, foi obra de de Bento Fontanes. Foi alvo de um restauro no século XIX, e recuperado em 2010.
A única nave existente na igreja é composta por cinco tramos, em abóbada de berço e é decorada com pinturas de António Manuel da Fonseca. Ao centro pode-se observar as Virtudes Teologais - a Fé, a Esperança e a Caridade.1 Todas as outras pinturas representam cenas da vida de São Nicolau. De cada lado podemos observar oito medalhões, quatro que representam os quatro Evangelistas e os outros quatro medalhões representam os quatro Doutores da Igreja.
A igreja possui ainda a Capela da Adoração, cujo tecto apresenta uma pintura da escola de Pedro Alexandrino, um relicário do séc. XVIII, que foi uma oferta de D. João V aos monges vicentinos do Convento de Rilhafoles, e ainda dois arcazes do séc. XVIII que foram pertença dos já desaparecidos conventos da Estrelinha e de Rilhafoles.

JARDIM CAMPO MÁRTIRES




Campo dos Mártires da Pátria, coloquialmente Campo Mártires da Pátria ou na sua forma anterior, mas ainda popular, Campo de Santana ou Sant'Ana, é um arruamento da freguesia de Arroios em Lisboa.
É um espaço carregado de história, situado na zona central de Lisboa, que serviu de matadouro no século XVI e que conheceu vários usos ao longo dos últimos dois séculos, como sejam uma praça de touros, de 1831 a 1891, a realização da Feira da Ladra, de 1835 a 1882 e ainda um mercado de hortaliças, em meados do século XIX.
Em 1795 foi inaugurado o Chafariz do Campo de Santana alimentado pela Galeria de Santana, uma das galerias de distribuição pela cidade da água proveniente do Aqueduto das Águas Livres. O chafariz foi mais tarde desmontado.
Em 1879, o antigo Campo de Santana passou a designar-se Campo dos Mártires da Pátria em memória do enforcamento no local, no dia18 de Outubro de 1817, dos 11 companheiros de Gomes Freire de Andrade suspeitos de conspiração contra o general Beresford, presidente da Junta Governativa.
Actualmente é uma larga área ajardinada com cerca de 2,6 ha de área. A metade sul é ocupada pelo Jardim Braancamp Freire (Campo de Santana), tendo no extremo a estátua homenageando o Dr. Sousa Martins e o edifício da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, que ocupa o local da antiga praça de touros.
O Campo dos Mártires da Pátria, em conjunto com as suas vizinhanças de interesse histórico, artístico ou pitoresco nas freguesias dosAnjosCoração de JesusPena e São José, foi classificado pelo Decreto n.º 2/96, de 6 de Março, do Ministério da Cultura, como Imóvel de Interesse Público.


«A "RUA DO LORETO" E SEUS ANCESTRAIS»

A «RUA DO LORETO» pertence à freguesia da «ENCARNAÇÃO».
Tem o seu início na «PRAÇA LUÍS DE CAMÕES» e termina no «LARGO DO CALHARIZ».
Representava esta artéria o início do caminho que ia das "PORTAS DE SANTA CATARINA" (hoje "LARGO DO CHIADO") a "SANTOS" e "ALCÂNTARA". Com o terramoto de 1755 e a demolição dos "CASEBRES DO LORETO", as chamadas também "Ruínas do Palácio dos Marialvas" e antes da construção da «PRAÇA LUÍS DE CAMÕES», esta via chegava pelo nascente até à «RUA LARGA DE SÃO ROQUE» (hojeRUA DA MISERICÓRDIA).
Existiram várias denominações para esta rua, quem nos conta é "LUIZ PASTOR DEMACEDO" no seu livro "LISBOA DE LÉS A LÉS", ao dizer-nos que já nas "Estatísticas de 1552", de "BRANDÃO" este nome vem mencionado como "RUA DO LORETO". No entanto, em 1565 os sacadores da derrama designavam-na por: "rua direita que vai do Loreto pª. a Calçada do Congro" ( 1 )O cura da "SÉ", em 1605 designava por: "rua direita fora da porta de Santa Catarina" ( 2 )e os registos paroquiais da freguesia da "ENCARNAÇÃO" dão-lhe geralmente a denominação simples de "RUA DIREITA", algumas vezes, poucas, a de "RUA DIREITA DO LORETO" e só por acaso «RUA DO LORETO», a não ser em grande parte do século XIX e XX, em que tanto uma como outra das últimas designações citadas, foram as únicas utilizadas. Depois do Terramoto de 1755, ainda lhe atribuíram o nome de "RUA LARGA DO LORETO"( 3 ).
Muito antes do Terramoto, no extremo ocidental da «RUA DO LORETO» e esquinando para a "RUA DAS CHAGAS", levantava-se um grande grande edifício que chegava até à «RUA DA HORTA SECA» onde tinha a serventia principal. Era a «CASA PIA DAS CONVERTIDAS DA CIDADE DE LISBOA» ou «RECOLHIMENTO DE NOSSA SENHORA DA NATIVIDADE DAS CONVERTIDAS», títulos que por si só, dizem o fim moral para o que aquela casa fora fundada.
Diz-nos ainda o olisipógrafo "Luiz Pastor de Macedo" que enquanto estiveram no "LORETO" as convertidas, deram o seu nome a parte da actual «RUA DAS CHAGAS», para onde caía uma das fachadas do edifício do recolhimento. Essa "Rua das Convertidas" que se estendia entre a "Rua da Horta Seca" e a "Rua do Loreto" é citada em 1712 por "Carvalho da Costa( 4 ).
Sabe-se que logo a seguir, a oriente do edifício das "Convertidas", existia, antes do Terramoto de 1755, as casas dos "CORDES", sensivelmente onde hoje estão os prédios com os números 41 a 55. A família "CORDES" é proveniente da nobreza Flamenga. O apelido foi introduzido em Portugal no reinado de «D. FILIPE III», através de "João Baptista de Cordes», que se fixou em Lisboa, tendo exercido o cargo de Tesoureiro do Fisco Real. Só no século XIX aparece o apelido que hoje é mais comum identificar, na pessoa do  general: «JOÃO JOSÉ SINEL DE CORDES»(1867-1930).



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METRO DESDE CMP ATÉ ORIENTE













ESCADAS PRÉDIO ESCRITÓRIO  CAMPO MÁRTIRES


.......... No último andar,sentadas nas escadas, com um grampo de cabelo a prendera luz das escadas, se tem realizado as mais recentes sessões, com muitas palavras e principalmente  muito choro.




AV. JOÃO XXI


Esta semana as consultas estrearam um novo poiso. Num salão de "beleza", tivemos a nossa primeira ao lado da maca destinada à depilação. Um canto um pouco esotérico, mas aconchegante. 



O homem que ensinou a perdoar


Tinha a sabedoria da paz. Preferiu a reconciliação ao ódio e devolveu a África do Sul à comunidade internacional. Esteve apenas cinco anos no poder efectivo, mas promoveu o perdão e conseguiu unir um país ferido por décadas de apartheid. Nelson Mandela morreu.






Considerado inicialmente um terrorista, Nelson Mandela tornou-se um ícone da paz. Líder da luta anti-apartheid, na África do Sul, mesmo durante os 27 anos que passou atrás das grades. Juntamente com o presidente sul-africano Frederik de Klerk, lutou contra o regime segregacionista do país e foi galardoado, a par com Klerk, com o prémio Nobel da Paz, em 1993.

Um ano depois, o homem conhecido pelos seus seguidores como "Madiba" tornou-se o primeiro Presidente negro na África do Sul. Uma das, se não a mais respeitada figura política da sua geração, a sua morte, aos 95 anos, suscitou homenagens por todo o mundo.
Admiro, mas não compreendo como é que um homem teve este sentido de vida; sentido esse, que não posso negar,e que tanto  gostaria de sentir.

TREPADAS TRANSIBéRICAS INTELECTUAIS





e ontem tava louca
bebi uma garrafa de vodka e escrevi nas paredes SEI LÀ
com lápis dos olhos
hahaahahahahahahah

aonde escreveste?
na parede do meu quarto
por cima da cama

hahahahaha
escreva sobre camões!
sobre a cara de camões
e o indiano doido a tentar parar me
hahahahahahahahah
e dp escrevi mto mias
na outra parede
I love to:
fuck (good fuck, please)
read books
cook
seaing movies
write
take pictures
travel
meet people
love and be loved
and ironic sence of humor
hahhahahahahahahhahahahahaah
e o indiano a flipara
hahahahhahahahaha
ele q só queria uma trepada
e leva com esta doida
hahahahahahahah
hahahahahahaa
hahahahahahah
e ainda escrevi 70% de um lado
que barbbaridade!
e 30% do outro
mas já n melembro o q era
hAHAHAHAHAHHAHAHAH
Q LINDA BARBARIDADEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

a vida é uma barbaridade!
PRECISAMENTE MY DEAR FRIEND
MAS IMAGINA EU LOUCA A ESCREVER E A FALAR O INDIANO
ISTO DAVA UMA CURTA
O INDIANO A OLHAR
AAHHAHAHAHAHAAHAHH
GANHAVA OSCAR
DAS CURTAS EM HOLLYHOOD
hahahahahaha

seguramente... e se ele voltar já ganhaste um fã!
ELE DIZ Q VOLTA
MAS N SERÁ PELA MINHA INteligencia ou pelo meus ditos
hahahahahaahah
tu si , serás meu fâ






quinta-feira, outubro 31, 2013

quarta-feira, outubro 30, 2013

O APÓSTROFO


ACTUALIDADE


LOUUUU

Compositor, cantor, guitarrista, líder dos Velvet Underground, Lou Reed, um dos mais inventivos e influentes criadores da música popular americana da segunda metade do século XX, morreu este domingo aos 71 anos em Long Island, Nova Iorque. As causas da morte ainda não foram divulgadas, mas é provável que não sejam alheias ao transplante de fígado a que o músico nova-iorquino se submeteu em Maio.
Os últimos 50 anos de música rock seriam algo bastante diferente sem ele, algo que só poderia dizer-se com idêntica propriedade de um conjunto muito restrito de músicos. No final dos anos 1960, com os Velvet Underground, Lou Reed, diz o seu obituário na revista Rolling Stone, “casou beleza e barulho, ao mesmo tempo que trazia toda uma nova honestidade lírica ao rock’n roll”.
Nascido em Brooklyn em 1942, Reed começou a compor canções no final do liceu, mas o percurso que o tornaria um ícone do rock só se inicia verdadeiramente quando conhece John Cale, um músico de formação clássica, natural do País de Gales, que chegara a Nova Iorque em 1963. Com Cale, Lou Reed funda a banda The Primitives, que tem algum sucesso em 1964 com o tema The Ostrich, uma paródia à música de dança.
Os The Primitives são depois rebaptizados The Warlocks. E quando se juntam ao grupo o guitarrista Sterling Morrison e o percussionista Angus Maclise, nasceu não apenas uma nova banda, mas, na opinião de alguns críticos, a melhor banda de rock de todos os tempos: os Velvet Underground. O grupo não teve grande sucesso comercial nos anos 1960, mas alguém já observou que muitos dos jovens que ouviram o seu álbum de estreia, em 1967, The Velvet Underground & Nico, correram a criar as suas próprias bandas.
Quase não há um tema nesse primeiro álbum, produzido por Andy Warhol, que não seja hoje um clássico da música pop, de I’m waiting for the man e Venus in furs a All tomorrow’s parties ou aos sete minutos de Heroin. O grupo durou pouco (Cale saiu logo em 1968), mas a sua influência perdura até hoje.
Com o fim dos Velvet em 1970, Reed parte para o Reino Unido, onde grava um disco com músicos dos Yes. Mas é com o disco seguinte, Transformer, produzido por David Bowie, que se torna uma estrela incontestável do firmamento rock. O tema Walk on the wild side torna-se um sucesso, mas o disco inclui outras canções justamente célebres, como Perfect day ou Vicious.



A MINHA HOMENAGEM AO LOU REED